domingo, 10 de abril de 2016

Todd o ursinho

Numa casa fora da cidade vivia uma família,a família Kennedy. Ele tinha uma casa enorme e vários funcionários,eram donos da principal empresa de importação da cidade.
Na família tinha Margaret,a mãe,Willian,o pai e Nike,o único filho do casal.
Em uma tarde de outono Nike foi brincar perto da piscina em quando a babá flertava o jardineiro e caiu dentro da piscina,seu pai que tinha voltado mais cedo do trabalho viu seu filho se afogando e correu para socorrelo,ele tirou seu filho da piscina e demitiu a babá,ela só iria trabalhar mais 1 dia na casa.
No seu último dia de trabalho ela deu um presente de despedida para Nike,um urso de pelúcia chamado Todd. O menino adorou seu novo presente e não perdeu tempo para ir brincar.
Então a babá se foi e tudo parecia normal até que uma das empregadas viu o menino conversando com seu novo brinquedo,até aí nada de anormal,mas quando o menino falava com o urso ele o próprio Nike se respondia,mas com uma voz monstruosa. A empregadas achou estranho mas deixou para lá.
Naquela noite Nike já estava dormindo e Margaret e Willian já estavam no quarto se preparando para dormir quando uma voz grossa foi ouvida do lado de fora do quarto e uma pequena sombra em baixo da porta,de início pensaram que era Nike pregando uma peça,mas a sombra era pequena de mais.
-Nike,é você ?
Perguntou Margaret.
-Por acaso a minha voz se parece com a dele ?
Respondeu a coisa atrás da porta.
Willian pegou sua arma que ele deixava dentro do criado-mudo e abril a porta,lá não avia nada além do urso Todd.
Willian achou estranho,então pegou o urso e o levou para o quarto de Nike e deixou ao lado dele.
Na manhã seguinte Margaret estava conversando com a cozinheira sobre o almoço quando ouvio aquela voz de novo e vinha da cala. Ela foi bem devagar para ver quem era o dono daquela voz assustadora,ela se surpreendeu quando viu que era seu filho que falava com voz tão monstruosa.
-Filho porque você está com a voz tão grossa ?
-Por acaso a minha voz parece com a do Nike ?
Disse Nike (Todd).
-É mamãe minha voz não se parece nada com a do Todd.
Disse Nike.
Margaret assustada pegou o urso e o levou para o quintal,pegou álcool jogou em cima do urso e atirou um fósforo,mas o fogo não o afetava,era como se ele tivesse uma aura em volta do seu corpo que o protegia.
-Hahaha eu posso ser de pano,mas fogo é como uma brisa para mim.
Eu posso não queimar mas sei quem pode !
Falou Nike (Todd).
Mike pegou um balde de areia e jogou em cima do seu querido ursinho.
-Olha o que você vez com ele !
Disse Nike muito bravo.
E foi para dentro de casa,depois desse dia as coisas só pioravam,Todd aparecia sozinho em lugares da casa,escutava-se arranhões nas portas a noite,objetos sumiam ou eram quebrados,alguns empregados se demitiram,afirmando que o ursinho avia os atacados com garras que saíam de suas patas e muitas outras atividades estranhas que aconteciam na casa.
Sem agüentar mais Margaret vendeu o urso para um colecionador de brinquedos antigos,mas o comprador reclamou que a caixa onde o urso iria chegar veio vazia,assim que Margaret desligou o telefone escutou alguém batendo na porta,quando abril alí estava Todd,então ele combinou em levar o urso pessoalmente,mas ao chegar na casa do comprador descobriu que ele tinha cido assassinado a facadas naquela tarde.
Quando Margaret voltou para casa,já a noite,foi direto pra cama dormir.
Naquela noite a casa dos Kennedy foi incendiada,quando os políciais chegaram ao local ficaram surpresos ao ver que o único como a não ser afetado pelo fogo foi o quarto do Nike e o próprio dormia tranquilamente ao lado do seu querido Todd.
Muitas perguntas ficaram a tona
Quem avia ligado para polícia ?

(na noite em questão,a polícia alegava que uma pessoa com uma voz muito grossa avia dito que iria incendiar a casa e segundo a própria polícia o ligação vinha da casa dos Kennedy)

Como o quarto do garoto não foi corroido pelo fogo ?

E quem era o incendiario ?

Nike foi mandado para um orfanato com seu urso Todd e hoje ninguém sabe onde eles estão,dizem que Nike morreu e Todd está procurando um novo dono e esse pode ser você.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Fã de creepypasta

Eu sempre fui um grande fã de creepypastas,já li muitas como jeff the killer,jack risonho,sr.Bocalarga etc. E toda vez que eu lia uma creepy eu sempre deixava meu comentário,algo do tipo :"velho eu adaro assa creepy e não me importaria se ela me fizesse uma visita"
Como eu me arrependo dessas palavras.
Numa noite tranqüila levei minha namorada para conhecer meus pais e minha irmã.
A noite estava indo bem até que teve uma queda de luz na casa,meu pai olhou pela janela e viu que a nossa foi a única casa com falta de luz,então ele min pedio para ir no porão pegar umas velas. Chegando ao porão escutei um barulho de risada,mas não dei a mínima,poderia ser um rato,então fui acertado por algo na nuca e desmaiei.
Quando acordei estava preso numa cadeira e com a boca amordaçada na cozinha meu pai também estava preso em uma cadeira bem na minha frente,então ele veio com aquele sorriso monstruoso,eu sabia que ele era estranho,mas aquela imagem dele se aproximando vez minha alma congelar de medo.
-Oi vi um de seus comentários numa das minhas creepys,eu adoro um fã que me convida para sua casa.
Disse ele com sorrindo e como não poderia rir estava com um sorriso talhado na boca.
Então ele pegou uma faca e começou a cortar os braços do meu pai ele tentava gritar,mas sua boca estava tampada com fita adesiva. Aquela cena me corroeu por dentro,meu pai tentava não chorar,mas conseguia. Então ele disse :
-Bom acho melhor acabar logo com seu pai,ainda temos muitos convidados para cuidar,você não acha ?
Então ele... cortou o pescoço do meu pai que sangrou até a morte.
A próxima foi minha mãe,ela estava com os braços pregados na cadeira e também com a boca amordaçada.
-Com sua mãe vou pegar mais leve
Disse ele.
Então saiu da cozinha e voltou com um alicate e uma marreta,então começou a arrancar dedo por dedo da minha mãe,depois ele pegou a vodca que estava no armário de bebidas e derramou em cima das feridas dela,ai ele pegou a marreta e acertou os joelhos dela e por último sua cabeça a matando.
-Agora  é a sua irmãzinha
Disse ele.
Então ele foi buscala,ela estava como meus pais só que não estava amordaçada. Não sei porque ele não a amordaçou.
-Mano quem é ele ?
Por favor min tira da qui.
Eu comecei a chorar tentei pedir para que ele a deixasse em paz,daí ele parou e foi para cala e trouxe minha namorada,então perguntou :
-Quem você quer que eu deixe viver sua amada namorada ou sua querida irmã ?
Eu pensei por uns 20 segundos que pareciam anos e respondi com a cabeça baixa :
-Minha irmã
Minha namorada começou a chorar e falou :
-Tudo bem eu entendo... Te amo !
Comecei a chorar e pedi para ele a poupar.
-Você já vez sua escolha !
Disse ele.
E  começou a retalhar seu rosto com uma faca,minha namorada se debatia na cadeira tentando se soltar,mas não adiantava,então... Ela parou de se mexer.
-Porque você vez essas coisas com migo e a minha família ?
Eu perguntei,então ele respondeu :
-Você sabe o que eu fasso  e mesmo assim você queria que eu viesse para sua casa. Bom agora vou visitar a família de outro dos meus fãs. Adeus

terça-feira, 5 de abril de 2016

Sr. Bocalarga

Nós estávamos vivendo em uma casa nos arredores da metrópole de New Vyneard, Maine, população 643. Era uma estrutura larga,principalmente para uma família de 3 pesssoas. Havia alguns quartos nos quais eu nem sequer tinha entrado ainda nos 5 meses em que morávamos lá. De certa forma era desperdício de espaço,mas era a única casa disponível no mercado naquela época,pelo menos era a uma hora de distância do trabalho de meu pai.
No dia depois do meu quinto aniversário (com presença apenas dos meus pais),fiquei com febre.O médico disse que eu tinha Mononucleose,o que significava nada de brincadeiras pesadas e mais febre por pelo menos mais três semanas. Foi horrível ficar de cama estávamos no processo de empacotamento das nossas coisas para nos mudarmos para a Pensilvânia e a maioria das minhas coisas já estavam empacotadas em caixas,deixando meu quarto vazio e desconfortável. Minha mãe me trazia ginger ale (refrigerante local) e livros várias vezes por dia,e essas coisas tiveram a função de ser minha forma de entretenimento pelas semanas seguintes. O tédio vinha sempre me atormentar,esperando os momentos certos para me atingir e piorar mais ainda minha miséria.
Eu não me lembro exatamente como conheci o Sr Bocalarga,eu acho que foi uma semana depois de eu ter sido diagnosticado com mononucleose. Minha primeira memória da pequena criatura foi perguntar se ele tinha um nome,ele me disse para chamá-lo de Sr Bocalarga,pois sua boca era larga. De fato,tudo nele era largo em comparação ao corpo dele a cabeça,olhos,orelhas pontudas,mas sua boca era delonge a mais larga."Você parece um furby."eu disse enqunato olhava um dos meus livros."O que é um furby?" perguntou ele.
Eu encolhi os ombros."Você sabe... o brinquedo. O pequeno robô com grandes orelhas. Você pode criá-lo  e dar comida,como se fosse um bichinho de verdade."Ah."Resmungou ele."Você não precisa de um desses,não é a mesma coisa que ter amigos de verdade."
Eu lembro do Sr Bocalarga desaparecendo toda vez que minha mãe vinha dar uma olhada em mim."Eu me escondo em baixo da sua cama."Explicouele."Eu não quero que seus pais me vejam porque tenho medo de que não nos deixem brincar juntos de novo.
"Não fizemos muitas coisas nestes primeiros dias. O Sr Bocalarga apenas olhava meus livros,fascinados pelas histórias e leituras que eles continham. Na terceira ou quarta manhã depois de eu conhecê-lo,ele me saudou comum largo sorriso no rosto. "Eu tenho um jogo que nós podemos jogar."Disse ele."Mas seus pais não podem nos ver jogar. É um jogo secreto."Depois que minha mãe me entregou mais livros e  refrigerante,Sr Bocalarga saiu de baixo da minha cama e puxou minha mão. "Nós temos de ir pro quarto no fim do corredor."Ele disse. Eu protestei de início,pois meus pais haviam me proibido de sair da cama sem a permissão deles,mas Sr Bocalarga persistiu até eu ceder.
O quarto em questão não tinha móveis ou papel de parede. Seu único traço característico era a janela em frente à porta. Sr Bocalarga disparou pelo quarto e abriu a janela com um puxão firme. Então me chamou para olhar o chão lá embaixo.
Nós estávamos no segundo andar da casa,mas era sobre uma colina,e por esse ângulo aqueda era mis longa do que o esperado pela inclinação."Eu gosto de brincar de fingir aqui em cima''o Sr Bocalarga explicou. "Eu finjo que tem um grande e fofo trampolim em baixo da janela. Se você finjir bem forte você quica de volta pra cima bem alto. Eu quero que você tente."Eu era um menino de 5 anos de idade e febril,então apenas um pouquinho de ceticismo passou pela minha mente enquanto eu olhava para baixo e considerava as possibilidades."É uma queda muito alta""Mas é tudo parte da diversão"ele disse."Não seriadivertido se fosse uma queda curtinha,se fosse assim você poderia muito bem pular de um trampolim comum.
"Eu brincava com a ideia na minha cabeça,imaginando-me cair através do vento frio para então quicar em algo invisível a olhos nus de volta no ar e voltar para a janela. Mas o realismo prevaleceu em mim."Talvez outra hora"eu disse"acho que não tenho tanta imaginação assim. Eu posso me machucar". O rosto dele se contorceu em um rugido,mas apenas por uns segundos. A raiva deu lugar ao desapontamento."Se você diz..." ele disse. Passou o resto do dia debaixo da minha cama,calado feito um ratinho.
Na manhã seguinte o Sr Bocalarga chegou segurando uma pequena caixa."Eu quero te ensinar malabarismo" ele disse"aqui estão algumas coisas que você pode usar para praticar antes que eu comece ate dar lições.''Eu olhei a caixa,estava cheia de facas."Meus pais vão me matar!"eu gritei,horrorizado. ''Eles vão me bater e me deixar de castigo por um ano!"Ele franziu a testa."É divertido fazer malabarismo com isso,eu quero tentar."Disse ele.
Eu empurrei a caixa para longe." não posso,vou me meter em encrenca."O franzir de testa do sr Bocalarga se tornou uma carranca. Ele pegou a caixa de facas e foi para debaixo da cama. Eu comecei a pensar na frequência com que ele ficava abaixo de mim.
Eu comecei a ter problemas para dormir com isso. O Sr Bocalarga me acordava no meio da noite,dizendo que ele havia colocado um trampolim de verdade abaixo da janela,que eu não poderia ver porque estava escuro. Eu não cedia,mas ele ficava me persuadindo.
Ele não era mais tão legal pra brincar.
Minha mãe entrou no quarto uma manhã e disse que eu tinha permissão para dar uma volta lá fora. Ela pensou que um pouco de ar fresco seria bom para mim,especialmente depois de ficar confinado no meu quarto por tanto tempo. Entusiasmado,coloquei meus tênis e disparei para a porta dos fundos,gritando de alegriapor sentir de novo o sol em meu rosto.
O Sr Bocalarga estava esperando por mim.''tem uma coisa que quero que você veja"Disse ele. Devo tê-lo olhado estranho,porque ele disse:"é seguro, prometo."
Eu o segui até o começo de uma trilha estreita que adentrava a floresta atrás da casa."Esse é um caminho importante"Ele explicou."Eu tenho muitos amigos da sua idade. Quando eles estão prontos,eu os levo pra dentro dessa trilha,para um lugar especial. Você não está pronto ainda,mas um dia espero que esteja."Eu voltei pra casa,me perguntando que tipo de lugar podia haver dentro da trilha.
Duas semanas depois de conhecer o Sr Bocalarga,a última demanda das nossas coisas estavam sendo colocadas em um caminhão de mudança. Eu estaria dentro da cabine daquele caminhão,sentado perto de meu pai pela longa viajem. Eu considerei contar ao Sr Bocalarga que estava partindo,mas mesmo aos cinco anos de idade,eu suspeitava que a criatura tinha intenções não muito boas,considerando as coisas que medisse anteriormente,então mantive a partida em segredo.
Meu pai e eu estávamos no caminhão ás 4 da manhã. Ele esperava chegar na Pensilvânia pela hora do almoço do dia seguinte,com a ajuda de uma carga infinita de café e um pacote de energéticos. Parecia mais que ele ia correr uma maratona do que iria passar o dia todo num carro."É cedo o suficiente para você?" perguntou ele.
Eu acenei e encostei minha cabeça contra o vidro,esperando dormir algumas horas antes do sol nascer. Senti a mão de meu pai em meu ombro."Essa é a última mudança filho,prometo. Sei que tem sido difícil pra você,por ter ficado tão doente...assim que papai for promovido poderemos sossegar e você pode fazer amigos."Abri meus olhos assim que o veículo começou a se mover. Vi a silueta do Sr Bocalarga na janela do meu quarto. Ele permaneceu em pé sem demonstrar emoção nenhuma no rosto até o caminhão entrar na estrada principal. Então ele acenou com a mãozinha pequena,com uma faca na mão. Não acenei de volta.
Anos depois,eu retornei para New Vineyard,o pedaço de terra onde antes ficava minha casa agora estava vazio,excetopelas fundações,pois a casa queimou alguns anos depois determos nos mudado. Por curiosidade,segui a trilha estreita que Sr Bocalarga haviame mostrado. Parte de mim esperava que ele pulasse de trás de um árvore,me dando um baita susto,mas eu sentia que ele tinha ido embora,de alguma forma amarrado à casa que não existia mais.
A trilha terminava no cemitério memorial de New Vineyard.
Eu notei que a maioria dos túmulos pertencia à crianças."

Slasher

Eu sou um polícial e trabalhava numa cidade pacata,porém numa noite,tudo parecia normal até que um grito surgiu do beco onde nossa viatura passava,então vimos um corpo caído no chão,saímos do carro para checar oque avia acontecido
Era um homem que estava caído,então ele disse :
-Por favor min tire daqui...Não,Não pode ser
É tarde de mais ele já esta aqui
Disse o homem
Então eu e meu parceiro vimos uma pessoa saindo do escuro
Era um menino com a aparência de 14 a 16 anos,ele usava uma máscara branco com a boca costurada,tinha um casaco azul e branco e um capuz,cabelos negros e curto,suas unhas tinham uns 5 centímetros e seus olhos eram vazios pareciam que não aviam alma e ele não nos olhava
-Garoto sai da qui,isso é uma cena de crime
Eu falei
Mas ele não min deu ouvidos
Ai que as coisas ficaram estranhas,ele começou a andar em minha direção
Ele caminhava bem lentamente e olhando para min
Dai meu parceiro percebeu que as mãos dele estavam sujas de sangue
-Garoto fique ai,se não eu vou atirar
Disse meu parceiro
Más ele continuou a andar e com um único golpe de suas unhas no homem que achamos,arrancou sua cabeça
Nos nós assustamos e atiramos no garoto,os tiros acertaram no braço e perna do garoto,então ele se ajuelhou e começou a rir e falou
-Hahaha...Por favor...Faz de novo ?
Então meu parceiro descarregou o pente no menino,então ele se levantou e com um ataque arrancou o braço do meu parceiro,quando eu fui atirar nele ele min deu um soco fazendo eu acertar a parede e quase desmaiar
Meu parceiro tentou fugir mas foi cortado ao meio,então o garoto se virou para min e ainda rindo foi se aproximando
A última coisa que eu min lembro antes de desmaiar é daquele sorriso e um som de sirene
2 dias depois eu acordei no hospital e fiquei sabendo que o que min salvou foi outra viatura que viu a minha parada e achou estranho
E a morte do meu parceiro foi dada como ataque de animal selvagem
Então estou escrevendo essa nota para todos ficarem sabendo oque aconteceu de verdade
Eu sei que não vou passar dessa noite,nesse momento ele está lá fora acenando para min com aquele sorriso diabólico
Pôr favor...diga a minha mulher e a minha filha que eu as...amo

O polícial Dean foi encontrado morto com sua tripas usadas como enfeite no seu quarto de hospital e na sua mão essa nota e um desenho do suposto assassino
Nos o chamamos de"slasher"

domingo, 27 de março de 2016

3 creepypastas

No limite da sobrevivência Em Berlim, após a Segunda Guerra Mundial, havia pouco dinheiro, os suprimentos estavam acabando, e parecia que todos estavam com fome. Nesse período, as pessoas contavam uma história de uma jovem moça que decidiu ajudarum cego andando dentre uma multidão.Conta a lenda que os dois começaram a conversar e o homem perguntou se ela poderia fazer um favor para ele:“Pode entregar essa carta para o endereço que está escrito no envelope?”Bom, o lugar era caminho para sua casa, então ela concordou. Ela começou seu caminho para entregar a mensagem, quando notou no endereço, um númeroque não conseguia distinguir seera um “4” ou um “9”. Virou-se novamente em direção ao cegoe percebeu  que o mesmo corria entre as pessoas sem seus óculos escuros e bengala, como se estivesse fugindo.Ela, naturalmente, achou suspeito, e ao invés de ir a casa foi para a Polícia. A polícia, que já suspeitava que algo errado estava acontecendo na região pelas ocorrências registradas, foi visitar o endereço para verificar se havia ou não ligação com suas suspeitas. Chegando no local, eles fizeram uma descoberta repugnante, três açougueiros estavam cortando carne humana e vendendo para as pessoas famintas por um preço camarada!
Sabe o que estava na carta queo homem deu à moça?
Uma nota, dizendo apenas:“Esse é o último que eu mando para vocês hoje.”
A Menina e o cão
Uma garota, de 15 anos, conhecida pela história pelo nickname “girl”,  decidiu que já era grande o bastante para ficar em casa sozinha, e dispensou a viagem com seus pais no final de semana.
Além do mais, se qualquer coisa ocorresse ela teria o seu fiel cachorro para a proteger.
Quando a noite chegou, ela trancou todas as portas e tentou trancar todas as janelas mas uma se recusava a fechar.
Após muito insistência,desistiu e  deixou a janela destrancada.
Tomou um banho e foi dormir.
Seu cachorro tomou seu lugar de costume embaixo da cama.
No meio da noite ela acorda por causa de um som de gotas vindo do banheiro.
Ela estava muito assustada para ir ver o que era.
Estendeu sua mão para baixo da cama e sentiu uma lambida.
Isso a tranquilizou e ela voltou a dormir.
Mais tarde, acordou novamente por causa do som das gotas.
Insegura,estendeu novamente sua mão para baixoda cama, sentiu uma lambida evoltou a dormir. Mais uma vez ela acorda, estende a mão e sente a lambida.Incomodada com o som das gotas, ela se levanta e lentamente anda até o banheiro.
Os sons dos pingos vão ficando mais alto de acordo que ela ia se aproximando.
Chegando ao banheiro e liga a luz.
Nesse momento presencia uma cena horrível: pendurado no chuveiro estava seu cachorro com a garganta cortada e o sangue caindo na banheira.
No espelho do banheiro, algo chama sua atenção.
Escrito no espelho com o sangue de seu cachorro estavam as palavras“HUMANOS TAMBÉM SABEM LAMBER”.
A garota entrou em desespero! Saiu correndo, pela porta da frente, até a fazenda mais próxima.
Até hoje não sabem quem matou seu cão.

Lua Pálida

Na última década, tornou-se muito fácil conseguir o que se quer, através de só alguns cliques.
A internet fez tudo simples demais, e qualquer umpode usar um computador e alterar a realidade.
Uma abundância de informação estámeramente a um clique de distância,ao ponto em que é impossível imaginar a vida sendo diferente.
Ainda assim, uma geração atrás, quando as palavras “streaming”(fluxo) ou “torrent”(torrente) não tinha sentido, a não ser que fossem ditas em uma conversa sobre água, as pessoas precisavam se encontrar cara a cara para trocar softwares,programas,jogos de cartas e cartuchos.
É claro que a maioria desses encontros eram entre grupos de pessoas que trocavam jogos populares entre si como King’s Quest ou Maniac Mansion.
Entretanto,pouquíssimos programadores conseguiam fazer seus próprios jogos para dividir entre esses círculos,que em troca passariam o jogo adiante se fosse divertido,bem desenhado e independente o suficiente.
Esses jogos tinham fama de serem raros artefatos buscados por colecionadores pelo país todo.
Era o equivalente a um vídeo viral nos anos 80.
Lua Pálida entretanto nunca havia saído da área da baia de São Francisco. Todas as cópias conhecidas estavam por lá.
Todos os computadores que já tinham usado o jogo eram de lá.
Esse fato se dá pelo seu programador ter feito pouquíssimas cópias.
Lua Pálida era um jogo “texto-aventura” no estilo Zork e The Lurking Horror, foi feito na exata época em que esse estilo estava saindo de moda. Ao iniciar o programa,o jogador era apresentado a uma tela quase vazia,exceto pelo texto: Você está em uma sala escura.
Luz do luar brilha pela janela.
-Há OURO no canto,junto a uma PÁ e uma CORDA.
-Há uma PORTA para o LESTE.
-Comando?
Então começa o jogo que certa vez um escritor de uma fanzine descreveu como “enigmático,sem sentido,e totalmente injogável”. Ao que o jogo só apresentava os comandos PEGAR OURO, PEGAR PÁ, PEGAR CORDA, ABRIR PORTA, IR AO LESTE, o jogador recebia as seguintes instruções:
-Pegue sua recompensa.
-LUA PÁLIDA SORRI PARA VOCÊ.
-Você está na floresta.
Existem três caminhos.
NORTE, OESTE e LESTE.
-Comando?
O que rapidamente frustrou os poucos que jogaram o jogo foi o confuso e tiltado comportamento da segunda fase em diante – somente um dos comandos direcionais era o certo.
Por exemplo,nessa ocasião,o comando para ir em qualquer direção que não fosse o NORTE faria o sistema congelar,fazendo obrigatório areinicialização do computador.
Adiante,qualquer fase subsequente era tão somente uma repetição dos comandos anteriores,excetuando que eram somente as opções de direção que estavam disponíveis.
Ainda pior,os comandos clássicos de qualquer jogo de texto-aventura pareciam inúteis.
A única ação aceita que não envolvia movimentos era USAR OURO,que ocasionava o jogo a mostrar a seguinte mensagem:-Não aqui.
USAR PÁ,que mostrava:
-Não agora.
E também USAR CORDA,que fazia surgir o texto:
-Você já usou isso.
A maior parte de todos que jogaram o jogo avançaram algumas fases até se enfastiarem com o fato de precisarem re-iniciar o computador o tempo todo e jogar o disco longe,descrevendo a experiência como uma interface porcamente programada.
Entretanto,há uma verdade sobre o mundo dos computadores que é imutável,em qualquer Era: algumas pessoas que usam sempre vão ter muito tempo livre a sua disposição.
Um jovem rapaz chamado Michael Nevins decidiu descobrir se havia mais Lua Pálida do que podia se ver a olho nu.
Após cinco horas e trinta e três fases de tentativas e muitos cabos de computador desconectados,ele finalmente conseguiu fazer o jogo mostrar um texto diferente.
O texto na nova área era:
-LUA PÁLIDA SORRI ABERTAMENTE.
-Não há caminhos.
-LUA PÁLIDA SORRI ABERTAMENTE.
-O chão é macio.
-LUA PÁLIDA SORRI ABERTAMENTE.
-Aqui.
-Comando?
Passou-se quase outra hora atéque Nevins tropeçasse na combinação apropriada de frases que fariam com que o jogo prosseguisse; CAVAR BURACO,DESCARTAR OURO,então TAMPAR BURACO.
Isso fazia com que a tela mostrasse:
-Parabéns
—---40.24248-------
-------121.4434—---
Ao que o jogo cessava de receber comandos e fazia o jogador ter de re-iniciar o computador uma última vez.
Após alguma deliberação,
Nevins chegou a conclusão que os números referiam-se a linhas de latitude e longitude — as coordenadas levavam a um ponto na floresta crescente que dominava as adjacências próximas a o Parque Vulcânico Lassen.
Como ele tinha muito mais tempo do que noção do perigo,decidiu ir ver o fim de Lua Pálida.
No dia seguinte,armado de um mapa,um compasso e uma pá,ele andou pelas trilhas do parque,percebendo impressionado como cada curva que ele fazia era exatamente igual as curvas do jogo.
Após ter inicialmente se arrependido de ter trazido a ferramenta de escavação como que por puro instinto,ele acabou se convencendo de que sua jornada que tinha uma semelhança incrível com a do jogo poderia levá-lo a encontrar um excêntrico tesouro enterrado.Sem fôlego após muita caminhada em busca das coordenadas,surpreendeu-se ao literalmente tropeçar em um monte de terra revirada.
Cavando tão animado como ele estava,é de se entender o jeito como ele se jogou para trás emsurpresa quando seus esforçoso levaram a se deparar com uma cabeça em início de decomposição de uma menininha loira.
Nevin prontamente passou as informações para as autoridades.
A garota foi identificada como Karen Paulsen,onze anos,dada como perdida para o Departamento de Polícia de São Diego a mais ou menos um ano e meio.
Esforços foram feitos para se encontrar o programador de Lua Pálida,mas os rastros da comunidade de troca de jogos e programas se perdiam e sempre acabavam de volta ao ponto de partida.
Colecionadores chegaram a oferecer mais de 6 mil dólares em uma cópia do jogo.
O resto do corpo de Karen nunca foi achado.

sábado, 26 de março de 2016

Agradecimentos

Muito obrigado a tobos os meus leitores e desculpem ultimamente não ter feito nenhuma postagem,mas ainda hoje eu farei uma em sua homenagem E mais uma vez obrigado por me ler

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Dayse

Dayse era uma garota de 14 anos,mas ela era uma garota diferente Com apenas essa idade ela já tinha roubado um mercadinho em sua cidade,se envolvido em brigas no colégio,apesar da idade ela já fumava e era envolvida com "satanismo".
Em mais um dia comum para Dayse na sua escola,ela tinha brigado com um colega de sala e quebrado o nariz dele,em resposta a diretora do colégio pedio para que a mãe de Dayse viesse a escola para levala para casa. Então quando as duas estavam voltando para casa começaram uma conversa
-Dayse você sabe que ti amo né filha ?
-Sei mãe e eu também ti amo.
-E porque você faz isso comigo filha ?
-Não sei mãe,talvez só por diversão
-E você acha certo machucar as pessoas para se divertir.
Então a conversa foi interrompida por um homem que acaba de sair do beco
-Passa a grana as duas,se não vou pintar as ruas com seus miolos.
As duas assustadas tentaram correr,em resposta o ladrão disparou um único tiro e esse tiro foi o suficiente para derrubar a mãe de Dayse. O ladrão fugiu e Dayse ligou para a emergência. Apenas uma hora depois a ambulância chegou levando as duas para o hospital
Já dentro do hospital Dayse começou a gritar :
-Por favor alguém ajude minha mãe,ela está morrendo
Duas horas depois foram atender a mãe dela e uma hora e meia depois o médico veio com a mal notícia. A mãe de Dayse morreu por perda de sangue. Dayse ficou com muita raiva,o médico pediu para Dayse esperar a polícia para perguntar sobre o assalto,então Dayse correu para casa,se deitou na cama e chorou por um bom tempo,então ela começou a pensar :
-Tudo culpa daqueles médicos,eu preciso me vingar e eu vou fazer isso.
Então Dayse pegou seu "livro de demônios" e leu um feitiço,ela trocaria sua alma por o poder de matar todos os que estavam e iam para aquele hospital.
Então naquela noite Dayse voltou para o hospital e matou todos os médicos,enfermeiros,pacientes e policiais que estavam no hospital,só que um incêndio estranho aconteceu no hospital matando Dayse E por mais um acontecimento estranho Dayse sobreviveu,mas toda sua pele foi corroida pelo fogo,ela ficou tão deformada que que nem parecia ser humana e além disso foi condenada a ficar naquele hospital para sempre.
10 anos depois do acontecido alguns garotos se reuniam na frente do hospital,naquela noite séria a cerimônia de entrada de Adan na irmandade de sua faculdade e para completar a cerimônia Adan teria que atravessar o hospital e sair pelas portas dos fundos,com apenas com uma lanterna,parecia ser uma tarefa fácil,mas ele estava totalmente errado. Assim que entrou no hospital seus amigos fecharam a porta pelo lado de fora,para que ele não pudesse voltar. Áquele hospital estava numa condição deplorável,todas as luzes quebradas,avia vazamentos e estava todo revirado,Adan andou um pouco até achar numa pequena mesa uma nota que dizia :

Zelador:

Este lugar está totalmente escuro pelo fato de que estudantes destruíram as lâmpadas a pedradas e eu não sei o que esta acontecendo nesse lugar minha lanterna some sem explicação,escuto choro vindo de algumas salas e as vezes vejo 2 luzes vermelhas vindo da escuridão.
Eu não sei oque acontece aqui e não quero saber,por isso esse é o último dia que eu trabalho aqui.
Adan achou àquela nota estranha,mas pensou que não era nada de mais,então contínuo andando no escuro até chegar no corredor,onde ele viu 2 luzes vermelhas,então ele pensou que poderia ser seus amigos vindo o buscar,dai ele teve a idéia de apagar sua lanterna para dar um susto neles.
Quando as 2 luzes vermelhas se aproximaram dele ele saltou do seu esconderijo gritando :
-Peguei vocês otarios.
Mas quando ele viu a figura estranha saindo das trevas ele ficou horrorisado com a imagem que estava a sua frente,era Dayse,então ela saltou em cima dele com um grito tão estridente que fez os ouvidos de Adan doer,Adan em resposta chutou a criatura de cima dele e correu como um louco pelos corredores do hospital até chegar a saída Então ele saiu correndo,seus amigos sem entender o que avia acontecido resolveram se dividir 2 deles voltavam para o hospital para ver o que aconteceu e os outros 3 iam atrás de Adan.
De tanto correr Adan acabou desmaiando e acordou somente no dia seguinte. Seus amigos foram então velo para ver oque tinha acontecido,Adan contou para eles oque viu,mas nenhum acreditou 2 dias depois de daquela noite terrível e os 2 amigos de Adan que aviam entrado no hospital não tinham voltado,então chamaram a polícia e disseram o último lugar onde os viram.
Os políciais procuram por 1 dia inteiro dentro do hospital,mas não encontraram nada além de duas luzes que aparecia de vez em quando durante as buscas