domingo, 10 de abril de 2016

Todd o ursinho

Numa casa fora da cidade vivia uma família,a família Kennedy. Ele tinha uma casa enorme e vários funcionários,eram donos da principal empresa de importação da cidade.
Na família tinha Margaret,a mãe,Willian,o pai e Nike,o único filho do casal.
Em uma tarde de outono Nike foi brincar perto da piscina em quando a babá flertava o jardineiro e caiu dentro da piscina,seu pai que tinha voltado mais cedo do trabalho viu seu filho se afogando e correu para socorrelo,ele tirou seu filho da piscina e demitiu a babá,ela só iria trabalhar mais 1 dia na casa.
No seu último dia de trabalho ela deu um presente de despedida para Nike,um urso de pelúcia chamado Todd. O menino adorou seu novo presente e não perdeu tempo para ir brincar.
Então a babá se foi e tudo parecia normal até que uma das empregadas viu o menino conversando com seu novo brinquedo,até aí nada de anormal,mas quando o menino falava com o urso ele o próprio Nike se respondia,mas com uma voz monstruosa. A empregadas achou estranho mas deixou para lá.
Naquela noite Nike já estava dormindo e Margaret e Willian já estavam no quarto se preparando para dormir quando uma voz grossa foi ouvida do lado de fora do quarto e uma pequena sombra em baixo da porta,de início pensaram que era Nike pregando uma peça,mas a sombra era pequena de mais.
-Nike,é você ?
Perguntou Margaret.
-Por acaso a minha voz se parece com a dele ?
Respondeu a coisa atrás da porta.
Willian pegou sua arma que ele deixava dentro do criado-mudo e abril a porta,lá não avia nada além do urso Todd.
Willian achou estranho,então pegou o urso e o levou para o quarto de Nike e deixou ao lado dele.
Na manhã seguinte Margaret estava conversando com a cozinheira sobre o almoço quando ouvio aquela voz de novo e vinha da cala. Ela foi bem devagar para ver quem era o dono daquela voz assustadora,ela se surpreendeu quando viu que era seu filho que falava com voz tão monstruosa.
-Filho porque você está com a voz tão grossa ?
-Por acaso a minha voz parece com a do Nike ?
Disse Nike (Todd).
-É mamãe minha voz não se parece nada com a do Todd.
Disse Nike.
Margaret assustada pegou o urso e o levou para o quintal,pegou álcool jogou em cima do urso e atirou um fósforo,mas o fogo não o afetava,era como se ele tivesse uma aura em volta do seu corpo que o protegia.
-Hahaha eu posso ser de pano,mas fogo é como uma brisa para mim.
Eu posso não queimar mas sei quem pode !
Falou Nike (Todd).
Mike pegou um balde de areia e jogou em cima do seu querido ursinho.
-Olha o que você vez com ele !
Disse Nike muito bravo.
E foi para dentro de casa,depois desse dia as coisas só pioravam,Todd aparecia sozinho em lugares da casa,escutava-se arranhões nas portas a noite,objetos sumiam ou eram quebrados,alguns empregados se demitiram,afirmando que o ursinho avia os atacados com garras que saíam de suas patas e muitas outras atividades estranhas que aconteciam na casa.
Sem agüentar mais Margaret vendeu o urso para um colecionador de brinquedos antigos,mas o comprador reclamou que a caixa onde o urso iria chegar veio vazia,assim que Margaret desligou o telefone escutou alguém batendo na porta,quando abril alí estava Todd,então ele combinou em levar o urso pessoalmente,mas ao chegar na casa do comprador descobriu que ele tinha cido assassinado a facadas naquela tarde.
Quando Margaret voltou para casa,já a noite,foi direto pra cama dormir.
Naquela noite a casa dos Kennedy foi incendiada,quando os políciais chegaram ao local ficaram surpresos ao ver que o único como a não ser afetado pelo fogo foi o quarto do Nike e o próprio dormia tranquilamente ao lado do seu querido Todd.
Muitas perguntas ficaram a tona
Quem avia ligado para polícia ?

(na noite em questão,a polícia alegava que uma pessoa com uma voz muito grossa avia dito que iria incendiar a casa e segundo a própria polícia o ligação vinha da casa dos Kennedy)

Como o quarto do garoto não foi corroido pelo fogo ?

E quem era o incendiario ?

Nike foi mandado para um orfanato com seu urso Todd e hoje ninguém sabe onde eles estão,dizem que Nike morreu e Todd está procurando um novo dono e esse pode ser você.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Fã de creepypasta

Eu sempre fui um grande fã de creepypastas,já li muitas como jeff the killer,jack risonho,sr.Bocalarga etc. E toda vez que eu lia uma creepy eu sempre deixava meu comentário,algo do tipo :"velho eu adaro assa creepy e não me importaria se ela me fizesse uma visita"
Como eu me arrependo dessas palavras.
Numa noite tranqüila levei minha namorada para conhecer meus pais e minha irmã.
A noite estava indo bem até que teve uma queda de luz na casa,meu pai olhou pela janela e viu que a nossa foi a única casa com falta de luz,então ele min pedio para ir no porão pegar umas velas. Chegando ao porão escutei um barulho de risada,mas não dei a mínima,poderia ser um rato,então fui acertado por algo na nuca e desmaiei.
Quando acordei estava preso numa cadeira e com a boca amordaçada na cozinha meu pai também estava preso em uma cadeira bem na minha frente,então ele veio com aquele sorriso monstruoso,eu sabia que ele era estranho,mas aquela imagem dele se aproximando vez minha alma congelar de medo.
-Oi vi um de seus comentários numa das minhas creepys,eu adoro um fã que me convida para sua casa.
Disse ele com sorrindo e como não poderia rir estava com um sorriso talhado na boca.
Então ele pegou uma faca e começou a cortar os braços do meu pai ele tentava gritar,mas sua boca estava tampada com fita adesiva. Aquela cena me corroeu por dentro,meu pai tentava não chorar,mas conseguia. Então ele disse :
-Bom acho melhor acabar logo com seu pai,ainda temos muitos convidados para cuidar,você não acha ?
Então ele... cortou o pescoço do meu pai que sangrou até a morte.
A próxima foi minha mãe,ela estava com os braços pregados na cadeira e também com a boca amordaçada.
-Com sua mãe vou pegar mais leve
Disse ele.
Então saiu da cozinha e voltou com um alicate e uma marreta,então começou a arrancar dedo por dedo da minha mãe,depois ele pegou a vodca que estava no armário de bebidas e derramou em cima das feridas dela,ai ele pegou a marreta e acertou os joelhos dela e por último sua cabeça a matando.
-Agora  é a sua irmãzinha
Disse ele.
Então ele foi buscala,ela estava como meus pais só que não estava amordaçada. Não sei porque ele não a amordaçou.
-Mano quem é ele ?
Por favor min tira da qui.
Eu comecei a chorar tentei pedir para que ele a deixasse em paz,daí ele parou e foi para cala e trouxe minha namorada,então perguntou :
-Quem você quer que eu deixe viver sua amada namorada ou sua querida irmã ?
Eu pensei por uns 20 segundos que pareciam anos e respondi com a cabeça baixa :
-Minha irmã
Minha namorada começou a chorar e falou :
-Tudo bem eu entendo... Te amo !
Comecei a chorar e pedi para ele a poupar.
-Você já vez sua escolha !
Disse ele.
E  começou a retalhar seu rosto com uma faca,minha namorada se debatia na cadeira tentando se soltar,mas não adiantava,então... Ela parou de se mexer.
-Porque você vez essas coisas com migo e a minha família ?
Eu perguntei,então ele respondeu :
-Você sabe o que eu fasso  e mesmo assim você queria que eu viesse para sua casa. Bom agora vou visitar a família de outro dos meus fãs. Adeus

terça-feira, 5 de abril de 2016

Sr. Bocalarga

Nós estávamos vivendo em uma casa nos arredores da metrópole de New Vyneard, Maine, população 643. Era uma estrutura larga,principalmente para uma família de 3 pesssoas. Havia alguns quartos nos quais eu nem sequer tinha entrado ainda nos 5 meses em que morávamos lá. De certa forma era desperdício de espaço,mas era a única casa disponível no mercado naquela época,pelo menos era a uma hora de distância do trabalho de meu pai.
No dia depois do meu quinto aniversário (com presença apenas dos meus pais),fiquei com febre.O médico disse que eu tinha Mononucleose,o que significava nada de brincadeiras pesadas e mais febre por pelo menos mais três semanas. Foi horrível ficar de cama estávamos no processo de empacotamento das nossas coisas para nos mudarmos para a Pensilvânia e a maioria das minhas coisas já estavam empacotadas em caixas,deixando meu quarto vazio e desconfortável. Minha mãe me trazia ginger ale (refrigerante local) e livros várias vezes por dia,e essas coisas tiveram a função de ser minha forma de entretenimento pelas semanas seguintes. O tédio vinha sempre me atormentar,esperando os momentos certos para me atingir e piorar mais ainda minha miséria.
Eu não me lembro exatamente como conheci o Sr Bocalarga,eu acho que foi uma semana depois de eu ter sido diagnosticado com mononucleose. Minha primeira memória da pequena criatura foi perguntar se ele tinha um nome,ele me disse para chamá-lo de Sr Bocalarga,pois sua boca era larga. De fato,tudo nele era largo em comparação ao corpo dele a cabeça,olhos,orelhas pontudas,mas sua boca era delonge a mais larga."Você parece um furby."eu disse enqunato olhava um dos meus livros."O que é um furby?" perguntou ele.
Eu encolhi os ombros."Você sabe... o brinquedo. O pequeno robô com grandes orelhas. Você pode criá-lo  e dar comida,como se fosse um bichinho de verdade."Ah."Resmungou ele."Você não precisa de um desses,não é a mesma coisa que ter amigos de verdade."
Eu lembro do Sr Bocalarga desaparecendo toda vez que minha mãe vinha dar uma olhada em mim."Eu me escondo em baixo da sua cama."Explicouele."Eu não quero que seus pais me vejam porque tenho medo de que não nos deixem brincar juntos de novo.
"Não fizemos muitas coisas nestes primeiros dias. O Sr Bocalarga apenas olhava meus livros,fascinados pelas histórias e leituras que eles continham. Na terceira ou quarta manhã depois de eu conhecê-lo,ele me saudou comum largo sorriso no rosto. "Eu tenho um jogo que nós podemos jogar."Disse ele."Mas seus pais não podem nos ver jogar. É um jogo secreto."Depois que minha mãe me entregou mais livros e  refrigerante,Sr Bocalarga saiu de baixo da minha cama e puxou minha mão. "Nós temos de ir pro quarto no fim do corredor."Ele disse. Eu protestei de início,pois meus pais haviam me proibido de sair da cama sem a permissão deles,mas Sr Bocalarga persistiu até eu ceder.
O quarto em questão não tinha móveis ou papel de parede. Seu único traço característico era a janela em frente à porta. Sr Bocalarga disparou pelo quarto e abriu a janela com um puxão firme. Então me chamou para olhar o chão lá embaixo.
Nós estávamos no segundo andar da casa,mas era sobre uma colina,e por esse ângulo aqueda era mis longa do que o esperado pela inclinação."Eu gosto de brincar de fingir aqui em cima''o Sr Bocalarga explicou. "Eu finjo que tem um grande e fofo trampolim em baixo da janela. Se você finjir bem forte você quica de volta pra cima bem alto. Eu quero que você tente."Eu era um menino de 5 anos de idade e febril,então apenas um pouquinho de ceticismo passou pela minha mente enquanto eu olhava para baixo e considerava as possibilidades."É uma queda muito alta""Mas é tudo parte da diversão"ele disse."Não seriadivertido se fosse uma queda curtinha,se fosse assim você poderia muito bem pular de um trampolim comum.
"Eu brincava com a ideia na minha cabeça,imaginando-me cair através do vento frio para então quicar em algo invisível a olhos nus de volta no ar e voltar para a janela. Mas o realismo prevaleceu em mim."Talvez outra hora"eu disse"acho que não tenho tanta imaginação assim. Eu posso me machucar". O rosto dele se contorceu em um rugido,mas apenas por uns segundos. A raiva deu lugar ao desapontamento."Se você diz..." ele disse. Passou o resto do dia debaixo da minha cama,calado feito um ratinho.
Na manhã seguinte o Sr Bocalarga chegou segurando uma pequena caixa."Eu quero te ensinar malabarismo" ele disse"aqui estão algumas coisas que você pode usar para praticar antes que eu comece ate dar lições.''Eu olhei a caixa,estava cheia de facas."Meus pais vão me matar!"eu gritei,horrorizado. ''Eles vão me bater e me deixar de castigo por um ano!"Ele franziu a testa."É divertido fazer malabarismo com isso,eu quero tentar."Disse ele.
Eu empurrei a caixa para longe." não posso,vou me meter em encrenca."O franzir de testa do sr Bocalarga se tornou uma carranca. Ele pegou a caixa de facas e foi para debaixo da cama. Eu comecei a pensar na frequência com que ele ficava abaixo de mim.
Eu comecei a ter problemas para dormir com isso. O Sr Bocalarga me acordava no meio da noite,dizendo que ele havia colocado um trampolim de verdade abaixo da janela,que eu não poderia ver porque estava escuro. Eu não cedia,mas ele ficava me persuadindo.
Ele não era mais tão legal pra brincar.
Minha mãe entrou no quarto uma manhã e disse que eu tinha permissão para dar uma volta lá fora. Ela pensou que um pouco de ar fresco seria bom para mim,especialmente depois de ficar confinado no meu quarto por tanto tempo. Entusiasmado,coloquei meus tênis e disparei para a porta dos fundos,gritando de alegriapor sentir de novo o sol em meu rosto.
O Sr Bocalarga estava esperando por mim.''tem uma coisa que quero que você veja"Disse ele. Devo tê-lo olhado estranho,porque ele disse:"é seguro, prometo."
Eu o segui até o começo de uma trilha estreita que adentrava a floresta atrás da casa."Esse é um caminho importante"Ele explicou."Eu tenho muitos amigos da sua idade. Quando eles estão prontos,eu os levo pra dentro dessa trilha,para um lugar especial. Você não está pronto ainda,mas um dia espero que esteja."Eu voltei pra casa,me perguntando que tipo de lugar podia haver dentro da trilha.
Duas semanas depois de conhecer o Sr Bocalarga,a última demanda das nossas coisas estavam sendo colocadas em um caminhão de mudança. Eu estaria dentro da cabine daquele caminhão,sentado perto de meu pai pela longa viajem. Eu considerei contar ao Sr Bocalarga que estava partindo,mas mesmo aos cinco anos de idade,eu suspeitava que a criatura tinha intenções não muito boas,considerando as coisas que medisse anteriormente,então mantive a partida em segredo.
Meu pai e eu estávamos no caminhão ás 4 da manhã. Ele esperava chegar na Pensilvânia pela hora do almoço do dia seguinte,com a ajuda de uma carga infinita de café e um pacote de energéticos. Parecia mais que ele ia correr uma maratona do que iria passar o dia todo num carro."É cedo o suficiente para você?" perguntou ele.
Eu acenei e encostei minha cabeça contra o vidro,esperando dormir algumas horas antes do sol nascer. Senti a mão de meu pai em meu ombro."Essa é a última mudança filho,prometo. Sei que tem sido difícil pra você,por ter ficado tão doente...assim que papai for promovido poderemos sossegar e você pode fazer amigos."Abri meus olhos assim que o veículo começou a se mover. Vi a silueta do Sr Bocalarga na janela do meu quarto. Ele permaneceu em pé sem demonstrar emoção nenhuma no rosto até o caminhão entrar na estrada principal. Então ele acenou com a mãozinha pequena,com uma faca na mão. Não acenei de volta.
Anos depois,eu retornei para New Vineyard,o pedaço de terra onde antes ficava minha casa agora estava vazio,excetopelas fundações,pois a casa queimou alguns anos depois determos nos mudado. Por curiosidade,segui a trilha estreita que Sr Bocalarga haviame mostrado. Parte de mim esperava que ele pulasse de trás de um árvore,me dando um baita susto,mas eu sentia que ele tinha ido embora,de alguma forma amarrado à casa que não existia mais.
A trilha terminava no cemitério memorial de New Vineyard.
Eu notei que a maioria dos túmulos pertencia à crianças."

Slasher

Eu sou um polícial e trabalhava numa cidade pacata,porém numa noite,tudo parecia normal até que um grito surgiu do beco onde nossa viatura passava,então vimos um corpo caído no chão,saímos do carro para checar oque avia acontecido
Era um homem que estava caído,então ele disse :
-Por favor min tire daqui...Não,Não pode ser
É tarde de mais ele já esta aqui
Disse o homem
Então eu e meu parceiro vimos uma pessoa saindo do escuro
Era um menino com a aparência de 14 a 16 anos,ele usava uma máscara branco com a boca costurada,tinha um casaco azul e branco e um capuz,cabelos negros e curto,suas unhas tinham uns 5 centímetros e seus olhos eram vazios pareciam que não aviam alma e ele não nos olhava
-Garoto sai da qui,isso é uma cena de crime
Eu falei
Mas ele não min deu ouvidos
Ai que as coisas ficaram estranhas,ele começou a andar em minha direção
Ele caminhava bem lentamente e olhando para min
Dai meu parceiro percebeu que as mãos dele estavam sujas de sangue
-Garoto fique ai,se não eu vou atirar
Disse meu parceiro
Más ele continuou a andar e com um único golpe de suas unhas no homem que achamos,arrancou sua cabeça
Nos nós assustamos e atiramos no garoto,os tiros acertaram no braço e perna do garoto,então ele se ajuelhou e começou a rir e falou
-Hahaha...Por favor...Faz de novo ?
Então meu parceiro descarregou o pente no menino,então ele se levantou e com um ataque arrancou o braço do meu parceiro,quando eu fui atirar nele ele min deu um soco fazendo eu acertar a parede e quase desmaiar
Meu parceiro tentou fugir mas foi cortado ao meio,então o garoto se virou para min e ainda rindo foi se aproximando
A última coisa que eu min lembro antes de desmaiar é daquele sorriso e um som de sirene
2 dias depois eu acordei no hospital e fiquei sabendo que o que min salvou foi outra viatura que viu a minha parada e achou estranho
E a morte do meu parceiro foi dada como ataque de animal selvagem
Então estou escrevendo essa nota para todos ficarem sabendo oque aconteceu de verdade
Eu sei que não vou passar dessa noite,nesse momento ele está lá fora acenando para min com aquele sorriso diabólico
Pôr favor...diga a minha mulher e a minha filha que eu as...amo

O polícial Dean foi encontrado morto com sua tripas usadas como enfeite no seu quarto de hospital e na sua mão essa nota e um desenho do suposto assassino
Nos o chamamos de"slasher"

domingo, 27 de março de 2016

3 creepypastas

No limite da sobrevivência Em Berlim, após a Segunda Guerra Mundial, havia pouco dinheiro, os suprimentos estavam acabando, e parecia que todos estavam com fome. Nesse período, as pessoas contavam uma história de uma jovem moça que decidiu ajudarum cego andando dentre uma multidão.Conta a lenda que os dois começaram a conversar e o homem perguntou se ela poderia fazer um favor para ele:“Pode entregar essa carta para o endereço que está escrito no envelope?”Bom, o lugar era caminho para sua casa, então ela concordou. Ela começou seu caminho para entregar a mensagem, quando notou no endereço, um númeroque não conseguia distinguir seera um “4” ou um “9”. Virou-se novamente em direção ao cegoe percebeu  que o mesmo corria entre as pessoas sem seus óculos escuros e bengala, como se estivesse fugindo.Ela, naturalmente, achou suspeito, e ao invés de ir a casa foi para a Polícia. A polícia, que já suspeitava que algo errado estava acontecendo na região pelas ocorrências registradas, foi visitar o endereço para verificar se havia ou não ligação com suas suspeitas. Chegando no local, eles fizeram uma descoberta repugnante, três açougueiros estavam cortando carne humana e vendendo para as pessoas famintas por um preço camarada!
Sabe o que estava na carta queo homem deu à moça?
Uma nota, dizendo apenas:“Esse é o último que eu mando para vocês hoje.”
A Menina e o cão
Uma garota, de 15 anos, conhecida pela história pelo nickname “girl”,  decidiu que já era grande o bastante para ficar em casa sozinha, e dispensou a viagem com seus pais no final de semana.
Além do mais, se qualquer coisa ocorresse ela teria o seu fiel cachorro para a proteger.
Quando a noite chegou, ela trancou todas as portas e tentou trancar todas as janelas mas uma se recusava a fechar.
Após muito insistência,desistiu e  deixou a janela destrancada.
Tomou um banho e foi dormir.
Seu cachorro tomou seu lugar de costume embaixo da cama.
No meio da noite ela acorda por causa de um som de gotas vindo do banheiro.
Ela estava muito assustada para ir ver o que era.
Estendeu sua mão para baixo da cama e sentiu uma lambida.
Isso a tranquilizou e ela voltou a dormir.
Mais tarde, acordou novamente por causa do som das gotas.
Insegura,estendeu novamente sua mão para baixoda cama, sentiu uma lambida evoltou a dormir. Mais uma vez ela acorda, estende a mão e sente a lambida.Incomodada com o som das gotas, ela se levanta e lentamente anda até o banheiro.
Os sons dos pingos vão ficando mais alto de acordo que ela ia se aproximando.
Chegando ao banheiro e liga a luz.
Nesse momento presencia uma cena horrível: pendurado no chuveiro estava seu cachorro com a garganta cortada e o sangue caindo na banheira.
No espelho do banheiro, algo chama sua atenção.
Escrito no espelho com o sangue de seu cachorro estavam as palavras“HUMANOS TAMBÉM SABEM LAMBER”.
A garota entrou em desespero! Saiu correndo, pela porta da frente, até a fazenda mais próxima.
Até hoje não sabem quem matou seu cão.

Lua Pálida

Na última década, tornou-se muito fácil conseguir o que se quer, através de só alguns cliques.
A internet fez tudo simples demais, e qualquer umpode usar um computador e alterar a realidade.
Uma abundância de informação estámeramente a um clique de distância,ao ponto em que é impossível imaginar a vida sendo diferente.
Ainda assim, uma geração atrás, quando as palavras “streaming”(fluxo) ou “torrent”(torrente) não tinha sentido, a não ser que fossem ditas em uma conversa sobre água, as pessoas precisavam se encontrar cara a cara para trocar softwares,programas,jogos de cartas e cartuchos.
É claro que a maioria desses encontros eram entre grupos de pessoas que trocavam jogos populares entre si como King’s Quest ou Maniac Mansion.
Entretanto,pouquíssimos programadores conseguiam fazer seus próprios jogos para dividir entre esses círculos,que em troca passariam o jogo adiante se fosse divertido,bem desenhado e independente o suficiente.
Esses jogos tinham fama de serem raros artefatos buscados por colecionadores pelo país todo.
Era o equivalente a um vídeo viral nos anos 80.
Lua Pálida entretanto nunca havia saído da área da baia de São Francisco. Todas as cópias conhecidas estavam por lá.
Todos os computadores que já tinham usado o jogo eram de lá.
Esse fato se dá pelo seu programador ter feito pouquíssimas cópias.
Lua Pálida era um jogo “texto-aventura” no estilo Zork e The Lurking Horror, foi feito na exata época em que esse estilo estava saindo de moda. Ao iniciar o programa,o jogador era apresentado a uma tela quase vazia,exceto pelo texto: Você está em uma sala escura.
Luz do luar brilha pela janela.
-Há OURO no canto,junto a uma PÁ e uma CORDA.
-Há uma PORTA para o LESTE.
-Comando?
Então começa o jogo que certa vez um escritor de uma fanzine descreveu como “enigmático,sem sentido,e totalmente injogável”. Ao que o jogo só apresentava os comandos PEGAR OURO, PEGAR PÁ, PEGAR CORDA, ABRIR PORTA, IR AO LESTE, o jogador recebia as seguintes instruções:
-Pegue sua recompensa.
-LUA PÁLIDA SORRI PARA VOCÊ.
-Você está na floresta.
Existem três caminhos.
NORTE, OESTE e LESTE.
-Comando?
O que rapidamente frustrou os poucos que jogaram o jogo foi o confuso e tiltado comportamento da segunda fase em diante – somente um dos comandos direcionais era o certo.
Por exemplo,nessa ocasião,o comando para ir em qualquer direção que não fosse o NORTE faria o sistema congelar,fazendo obrigatório areinicialização do computador.
Adiante,qualquer fase subsequente era tão somente uma repetição dos comandos anteriores,excetuando que eram somente as opções de direção que estavam disponíveis.
Ainda pior,os comandos clássicos de qualquer jogo de texto-aventura pareciam inúteis.
A única ação aceita que não envolvia movimentos era USAR OURO,que ocasionava o jogo a mostrar a seguinte mensagem:-Não aqui.
USAR PÁ,que mostrava:
-Não agora.
E também USAR CORDA,que fazia surgir o texto:
-Você já usou isso.
A maior parte de todos que jogaram o jogo avançaram algumas fases até se enfastiarem com o fato de precisarem re-iniciar o computador o tempo todo e jogar o disco longe,descrevendo a experiência como uma interface porcamente programada.
Entretanto,há uma verdade sobre o mundo dos computadores que é imutável,em qualquer Era: algumas pessoas que usam sempre vão ter muito tempo livre a sua disposição.
Um jovem rapaz chamado Michael Nevins decidiu descobrir se havia mais Lua Pálida do que podia se ver a olho nu.
Após cinco horas e trinta e três fases de tentativas e muitos cabos de computador desconectados,ele finalmente conseguiu fazer o jogo mostrar um texto diferente.
O texto na nova área era:
-LUA PÁLIDA SORRI ABERTAMENTE.
-Não há caminhos.
-LUA PÁLIDA SORRI ABERTAMENTE.
-O chão é macio.
-LUA PÁLIDA SORRI ABERTAMENTE.
-Aqui.
-Comando?
Passou-se quase outra hora atéque Nevins tropeçasse na combinação apropriada de frases que fariam com que o jogo prosseguisse; CAVAR BURACO,DESCARTAR OURO,então TAMPAR BURACO.
Isso fazia com que a tela mostrasse:
-Parabéns
—---40.24248-------
-------121.4434—---
Ao que o jogo cessava de receber comandos e fazia o jogador ter de re-iniciar o computador uma última vez.
Após alguma deliberação,
Nevins chegou a conclusão que os números referiam-se a linhas de latitude e longitude — as coordenadas levavam a um ponto na floresta crescente que dominava as adjacências próximas a o Parque Vulcânico Lassen.
Como ele tinha muito mais tempo do que noção do perigo,decidiu ir ver o fim de Lua Pálida.
No dia seguinte,armado de um mapa,um compasso e uma pá,ele andou pelas trilhas do parque,percebendo impressionado como cada curva que ele fazia era exatamente igual as curvas do jogo.
Após ter inicialmente se arrependido de ter trazido a ferramenta de escavação como que por puro instinto,ele acabou se convencendo de que sua jornada que tinha uma semelhança incrível com a do jogo poderia levá-lo a encontrar um excêntrico tesouro enterrado.Sem fôlego após muita caminhada em busca das coordenadas,surpreendeu-se ao literalmente tropeçar em um monte de terra revirada.
Cavando tão animado como ele estava,é de se entender o jeito como ele se jogou para trás emsurpresa quando seus esforçoso levaram a se deparar com uma cabeça em início de decomposição de uma menininha loira.
Nevin prontamente passou as informações para as autoridades.
A garota foi identificada como Karen Paulsen,onze anos,dada como perdida para o Departamento de Polícia de São Diego a mais ou menos um ano e meio.
Esforços foram feitos para se encontrar o programador de Lua Pálida,mas os rastros da comunidade de troca de jogos e programas se perdiam e sempre acabavam de volta ao ponto de partida.
Colecionadores chegaram a oferecer mais de 6 mil dólares em uma cópia do jogo.
O resto do corpo de Karen nunca foi achado.

sábado, 26 de março de 2016

Agradecimentos

Muito obrigado a tobos os meus leitores e desculpem ultimamente não ter feito nenhuma postagem,mas ainda hoje eu farei uma em sua homenagem E mais uma vez obrigado por me ler

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Dayse

Dayse era uma garota de 14 anos,mas ela era uma garota diferente Com apenas essa idade ela já tinha roubado um mercadinho em sua cidade,se envolvido em brigas no colégio,apesar da idade ela já fumava e era envolvida com "satanismo".
Em mais um dia comum para Dayse na sua escola,ela tinha brigado com um colega de sala e quebrado o nariz dele,em resposta a diretora do colégio pedio para que a mãe de Dayse viesse a escola para levala para casa. Então quando as duas estavam voltando para casa começaram uma conversa
-Dayse você sabe que ti amo né filha ?
-Sei mãe e eu também ti amo.
-E porque você faz isso comigo filha ?
-Não sei mãe,talvez só por diversão
-E você acha certo machucar as pessoas para se divertir.
Então a conversa foi interrompida por um homem que acaba de sair do beco
-Passa a grana as duas,se não vou pintar as ruas com seus miolos.
As duas assustadas tentaram correr,em resposta o ladrão disparou um único tiro e esse tiro foi o suficiente para derrubar a mãe de Dayse. O ladrão fugiu e Dayse ligou para a emergência. Apenas uma hora depois a ambulância chegou levando as duas para o hospital
Já dentro do hospital Dayse começou a gritar :
-Por favor alguém ajude minha mãe,ela está morrendo
Duas horas depois foram atender a mãe dela e uma hora e meia depois o médico veio com a mal notícia. A mãe de Dayse morreu por perda de sangue. Dayse ficou com muita raiva,o médico pediu para Dayse esperar a polícia para perguntar sobre o assalto,então Dayse correu para casa,se deitou na cama e chorou por um bom tempo,então ela começou a pensar :
-Tudo culpa daqueles médicos,eu preciso me vingar e eu vou fazer isso.
Então Dayse pegou seu "livro de demônios" e leu um feitiço,ela trocaria sua alma por o poder de matar todos os que estavam e iam para aquele hospital.
Então naquela noite Dayse voltou para o hospital e matou todos os médicos,enfermeiros,pacientes e policiais que estavam no hospital,só que um incêndio estranho aconteceu no hospital matando Dayse E por mais um acontecimento estranho Dayse sobreviveu,mas toda sua pele foi corroida pelo fogo,ela ficou tão deformada que que nem parecia ser humana e além disso foi condenada a ficar naquele hospital para sempre.
10 anos depois do acontecido alguns garotos se reuniam na frente do hospital,naquela noite séria a cerimônia de entrada de Adan na irmandade de sua faculdade e para completar a cerimônia Adan teria que atravessar o hospital e sair pelas portas dos fundos,com apenas com uma lanterna,parecia ser uma tarefa fácil,mas ele estava totalmente errado. Assim que entrou no hospital seus amigos fecharam a porta pelo lado de fora,para que ele não pudesse voltar. Áquele hospital estava numa condição deplorável,todas as luzes quebradas,avia vazamentos e estava todo revirado,Adan andou um pouco até achar numa pequena mesa uma nota que dizia :

Zelador:

Este lugar está totalmente escuro pelo fato de que estudantes destruíram as lâmpadas a pedradas e eu não sei o que esta acontecendo nesse lugar minha lanterna some sem explicação,escuto choro vindo de algumas salas e as vezes vejo 2 luzes vermelhas vindo da escuridão.
Eu não sei oque acontece aqui e não quero saber,por isso esse é o último dia que eu trabalho aqui.
Adan achou àquela nota estranha,mas pensou que não era nada de mais,então contínuo andando no escuro até chegar no corredor,onde ele viu 2 luzes vermelhas,então ele pensou que poderia ser seus amigos vindo o buscar,dai ele teve a idéia de apagar sua lanterna para dar um susto neles.
Quando as 2 luzes vermelhas se aproximaram dele ele saltou do seu esconderijo gritando :
-Peguei vocês otarios.
Mas quando ele viu a figura estranha saindo das trevas ele ficou horrorisado com a imagem que estava a sua frente,era Dayse,então ela saltou em cima dele com um grito tão estridente que fez os ouvidos de Adan doer,Adan em resposta chutou a criatura de cima dele e correu como um louco pelos corredores do hospital até chegar a saída Então ele saiu correndo,seus amigos sem entender o que avia acontecido resolveram se dividir 2 deles voltavam para o hospital para ver o que aconteceu e os outros 3 iam atrás de Adan.
De tanto correr Adan acabou desmaiando e acordou somente no dia seguinte. Seus amigos foram então velo para ver oque tinha acontecido,Adan contou para eles oque viu,mas nenhum acreditou 2 dias depois de daquela noite terrível e os 2 amigos de Adan que aviam entrado no hospital não tinham voltado,então chamaram a polícia e disseram o último lugar onde os viram.
Os políciais procuram por 1 dia inteiro dentro do hospital,mas não encontraram nada além de duas luzes que aparecia de vez em quando durante as buscas

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

O Snatcher

Esta é a história sobre uma criatura curiosa que queria criar o ser humano perfeito. A história foi contada de geração em geração, de um jeito diferente em cada lugar do mundo, foi assim que chegou em mim:Bem, vou explicar desde o começo. Por volta de 1830, perto do atual Arizona, uma criatura, tranquila em seu lar subterrâneo acidentalmente faz uma rachadura no "teto", abrindo uma brecha, por ondesaía um facho de luz. A criatura ficou intrigada, e procurava entender o que era aquela coisa quente, porém intocável. A criatura era alta, tinha 2m e 45cm de altura, tinha um peso proporcional a seu tamanho, e tinha pele escura e seca. Sua face, um focinho parecido com de cachorro, dentes similares aosdentes humanos, ossos fracos,olhos pequenos, com cavidades profundas, e seus ouvidos eram apenas dois buracos na testa.A criatura começa a bater na brecha por onde a luz entrava,e também arranhar, puxar pedaços, todos os dias, até o dia em que a brecha virou um buraco. A criatura estava cegada pela luz, mas mesmo assim, subiu pelo buraco. Estava muito quente do lado de fora, mas a criatura era curiosa demais.Depois de andar um pouco, se deparou com uma pequena cidadela. As criaturinhas menores que a viam gritavam e corriam dela, por algum motivo. O som de seus gritos eram extremamente irritantese agudos para os ouvidos da criatura, que voltou para seu abrigo subterrâneo. Estava curiosa sobre aquelas criaturinhas irritantes e desesperadas, que a criatura começou a fazer desenhos dosseres, fazer anotações, e todos os dias espiava as criaturas, que foram denominadas pela criatura"U'meheds" e estudava seus hábitos, mas não dava para saber como funcionava o corpo das criaturas observando-as de longe.Surgiu a ideia da criatura primitiva de raptar um. Uma mulher para ser mais exato:Elizabeth Van'Derman, esposa do xerife da cidade. A criatura ainda desconhecidae sem nome invadiu a casa doxerife tarde da noite, quando não havia ninguém acordado, encheu a boca da pobre mulher com areia e a levou devolta para seu refúgio.Abriu-a viva, estudou seus genitais, coração, e sistema digestório, mas óbvio que ela morreu no meio dos processos. Então, a criatura estudou seu cérebro, fez algumas anotações, enrolou o corpo em um tecido e jogou no rio mais próximo. A esposa do xerife foi dada como desaparecida no dia seguinte, e houve boatos de que ela fugiu com um amante de outra cidade,mas não se falou mais do assunto depois. Três dias depois do primeiro sequestro, a criatura raptou o xerife Van'Derman pois havia notado diferenças entre os de voz grossa (Homens) e as de voz fina (Mulheres).Estudou desta vez também as cordas vocais, e viu diferença na garganta (o xerife tinha o pomo de adão).Resolveu raptar mais dois na noite seguinte. Mas os cidadãos já estavam em alerta. A criatura não ligou, quebrou uma janela e levou um casal dentro de um saco. Um homem ouviu os gritos e obarulho da janela quebrando, e viu por um momento a criatura.Daí, ele a nomeou de "The Snatcher".A criatura achou que poderiam haver outros espécimes Humanos diferentes em outros lugares, e saiu pela América do Norte raptando, e a notícia se espalhava. Poucos viram a criatura, mas estavam certos sobre uma criatura alta e medonha raptar seus vizinhos em sacos de estopa.Daí o termo Pilgrim Snatcher (o Sequestrador Peregrino).O Pilgrim Snatcher ainda achava irritante os ruídos que os humanos faziam, sua natureza, e a fragilidade deles. Snatcher então começou a viajar pelo mundo raptando mais pessoas, procurando por um ser Humano perfeito, que não fizesse ruídos (Mudo), não conseguisse caçar (Cego) e também preservasse o local onde vive e seus companheiros animais (Carinhoso)É dito que Pilgrim Snatcher continua a vagar pelo mundo, desta vez procurando tecnologia para trazer à vida coisas inanimadas, e finalmente, fazer de seu boneco costurado com partes de vários corpos, o ser perfeito.Cuidado, ele pode estar em sua cidade neste momento...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

jack risonho origem

Vcs são crianças solitáriosolitárias ? Já ouviram falar de jack risonho ? Saiba aqui sua origem A Origem de Jack Risonho : Era véspera do natal nervoso de 1800, em Londres na Inglaterra e em uma pequena casa na periferia da cidade vivia uma menino solitário de 7 anos de idade chamado Isaac. Isaac era uma criança triste sem nenhum amigo para brincar. Enquanto as outras crianças iam passar o tempo com suas famílias aguardando ansiosamente para abrir os presentes que foram colocados em baixo de uma árvore de natal bem enfeitada, o pequeno Isaac passou a santa noite sozinho em seu quarto no sótão empoeirado e frio. Os pais de Isaac eram muito pobres, sua mãe ficava em casa cuidado dele e seu pai trabalhava no porto de Londres durante o dia e a noite para sustentar sua família, apesar disso, grande parte de seu salário ele gastava com bebida no final de seu turno. Muitas vezes ele chegava em sua casa bêbado depois de ter sido expulso de algum bar de Londres e gritava com sua amada esposa, a mãe de Isaac Ocasionalmente ele agia com violência espancando ela forçando ela a ter relações sexuais com ele bêbado. Em uma dessas noites em partículas, Isaac permaneceu em silêncio, tremendo debaixo de seus lençóis sujos até que os gritos e estrondo diminuíssem. Uma vez o pobre garoto adormeceu e sonho quão legal seria ter um amigo com quem brincar, então ele pudesse rir e ser feliz como as outras crianças de Londres. Felizmente para o pequeno Isaac nesta véspera de natal sua solidão chamou a atenção de um anjo da guarda, que então preparou um presente muito especial para o menino triste de Londres. À medida que o sol se levantou naquela manhã de Natal, Isaac abriu os olhos para encontrar uma pequena caixa de madeira estranha sob sua cama. Com os olhos arregalados de espanto, ele olhou para a caixinha colorida se perguntando quem havia lhe dado. Obviamente ele não estava acostumado a receber presente, especialmente brinquedos. Os poucos que ele tinha havia sido encontrado na rua. Isaac foi até o pé de sua cama na frente da caixinha misteriosa e apanhou com as duas mãos. A caixa era belamente pintada em estilos coloridos com desenho de um palhaço feliz em cada lado. Havia uma etiqueta na caixa que simplesmente dizia “Para Isaac” No topo da caixinha havia uma frase escrita. Isaac forçou os olhos para ler as palavras - Ca-Ca-i-xa do Ja-ck – Ri-Ri-so-nho - ele fez uma pausa - caixa do Jack Risonho? – Sua mente girou com a curiosidade ele agarrou a manivela da caixa. Isaac girou a manivela e a canção Pop Goes The Weasel começou a suar conforme ele girava a manivela. Quando a música chegou ao seu clímax, Isaac cantou junto com o verso final -Pop goes the weasel - Mas nada aconteceu. Isaac deixou escapar um suspiro. - esta quebrado... eu sabia - Ele colocou a caixa de volta para baixo na borda da cama e arrastou através de sua pequena sala empoeirada de sua cômoda, onde ele tirou seu pijama e colocou sua roupa esfarrapada habitual. De repente, Isaac escutou um barulho alto vindo da cama atrás dele. Ele virou-se para testemunhar a caixa de madeira sacudindo violentamente. Então, sem aviso, a parte superior da caixa se abriu e um desfile de fumaça colorida e confete surgiu. Isaac esfregou os olhos em descrença de que ele estava vendo. Como a fumaça se dissipou lá estava um homem alto e magro multi colorido palhaço, com o cabelo vermelho brilhante, seu nariz em formato de cone era listrado tinha as 7 cores do arco-iris e os ombros de penas que se sentou em cima de sua roupa de palhaço maltrapilho e colorido. O palhaço multi colorido abriu os braços e animadamente anunciou: - Venham, venham todos! Seja grande ou pequeno! Para ver o melhor PALHAÇO DE TODOS OS TEMPOS ! Aqui, o único, JACK RISONHO" Os olhos de Isaac se iluminou: - Q- Quem é você? - Questionou Isaac. O colorido carnie desceu da cama e com um sorriso feliz disse: - Estou feliz que você tenha perguntado! Eu sou Jack Risonho, o seu novo amigo para a todo o sempre! Eu sou mágico, eu nunca me canso de brincar, eu sou um gênio no acordeão, e posso imitar quem eu quiser ... Em outras palavras, o que você gosta, eu gosto! - Isaac olhou para o misterioso homem palhaço -amigos? Eu agora tenho um amigo? - ele gaguejou. Jack olhou para o menino, enquanto levantava uma sobrancelha. - amigos? Nós somos melhores amigos! Eu fui criado para ser seu amigo, muito mais do que imaginário. Queixo de Isaac caiu -Você sabe o meu nome? Jack soltou uma risada de lunático. -É claro que eu sei o seu nome. Eu sei tudo sobre você! Então, agora que as apresentações foram feitas... Como gostaria de jogar uma partida de pique esconde? Isaac sorriu de orelha a orelha - SERIO? Podemos brincar juntos? Eu adoraria! Eu... Oh... - Ele fez uma pausa - Eu não posso... Eu tenho que ir lá embaixo estudar com minha mãe e fazer algumas tarefas - seu sorriso desapareceu em uma decepção de olhar. Jack colocou a mão no ombro de Isaac e com um sorriso disse: - Está tudo bem! Eu estarei esperando aqui por você quando você voltar. - O sorriso de Isaac voltou quando ele olhou para seu novo amigo. Só então ele ouviu a voz estridente de sua mãe chamá-lo de lá de baixo. - Bem, eu tenho que ir! Mais tarde eu venho para brincarmos, ok Jack? - Ele disse enquanto se dirigia para a porta. Jack sorriu – Claro que sim Isaac! Isaac olhou para Jack, que lhe deu uma piscadela e disse: - Você deveria sorrir mais vezes. Combina com você." Isaac sorriu feliz quando ele se virou e saiu pela porta. Todo o dia Isaac contava à mãe sobre o homem palhaço colorido incrível que saiu de uma caixa mágica que apareceu no pé de sua cama. Sua mãe no entanto, não acredita em uma palavra dele. Finalmente ele convenceu sua mãe a segui-lo até seu quarto para que ela pudesse ver Jack rindo por si mesma. Subiram as escadas e Isaac abriu a porta de seu quarto. - Veja mãe? Ele está ali-... - Isaac fez uma pausa enquanto olhava o quarto que não continha nenhum homem vestido de palhaço dançando, nem caixa de madeira misteriosa. A mãe de Isaac não estava se divertindo. Ela deu a Isaac um olhar tão ameaçador que fez seus joelhos tremerem e seu estômago doer. - M, mas mãe… ele estava... A mãe de Isaac deu-lhe um fortíssimo tapa na cara.Seus olhos começaram a lacrimejar, e seu lábio começou a tremer como se pudesse sentir que estava prestes a sangrar. - Você é uma criança estupida e insolente! Como se atreve a mentir para mim sobre tal idiotice infantil! Quem gostaria de ser amigo de um verme inútil como você? Você vai ficar em seu quarto pelo resto da noite e não vai comer nada até lá ... - Agora, o que você tem a dizer? Isaac engoliu o nó na garganta, para poder murmurar uma resposta -D-desculpa mãe. Sua mãe olhou para ele por um momento antes de sair da sala com um tom desgosto. Isaac ajoelhou na sua cama, enterrando seu rosto no seu travesseiro. Rios de lágrimas corriam pelo seu rosto quando ele começou a chorar. -O que há de errado? - Uma voz disse. Isaac olhou para a borda da cama onde Jack Risonho estava agora, sorrindo sentado ao lado dele. - on-onde você estava?" Isaac murmurou.Jack passou a mão pelo cabelo de Isaac para confortá-lo quando ele suavemente respondeu: - Eu estava me escondendo ... Eu não posso deixar que seus pais me vejam ... Caso contrário, eles não vão deixar-nos brincar mais. - Isaac enxugou as lágrimas de seus olhos. - Olha criança. Me desculpe, eu tive que me esconder, mas eu só fiz isso por você! Porque hoje à noite podemos brincar e ter toneladas de diversão! - Jack disse sorrindo. Isaac olhou para seu amigo vibrante e silenciosamente acenou com a cabeça e um pequeno sorriso começou a se formar nos cantos de sua boca. Naquela noite Jack e Isaac brincaram muito. Com um aceno de sua mão Jack fez os poucos soldados de ferro de Isaque ganharem vida e marchar ao redor da sala. Isaac foi surpreendido enquanto observava seus brinquedos mover ao redor da sala por conta própria. Então Jack Risonho e Isaac contaram um ao outro histórias de fantasmas assustadoras. Isaac perguntou a Jack se ele era um fantasma, mas Jack explicou que ele estava mais para uma entidade cósmica da sorte. No final da noite, Jack enfiou a mão no bolso e tirou uma variedade de deliciosos doces. Isaac estava em êxtase quando ele colocou a primeira bala colorida em sua boca, como se fosse a primeira vez que tivesse provado algum doce. Isaac se divertiu muito e riu tanto naquela noite que as pessoas pareciam estar finalmente olhando para o pequeno Isaac... Pelo menos até que um incidente que ocorreu 3 meses depois ... Era um dia ensolarado e agradável em Londres, que era uma raridade. Assim, com a ajuda de um certo amigo não tão imaginário, Isaac foi capaz de terminar suas tarefas mais cedo e foi autorizado a sair e brincar um pouco. As coisas começaram bem simples, a dupla foi para trás da casa brincando de piratas, quando Isaac viu um gato do vizinho escondido em seu jardim. - Hey! Temos um inimigo espião a bordo! - Isaac gritou, cativado pela fantasia e imaginação. - Yo ho! receba-o capitão Isaac " exclamou o companheiro de Jack em seu melhor sotaque pirata saudável. Jack Risonho estendeu seu braço por todo o jardim e arrebatou o felino desavisado, que começou a lutar com bastante vigor. - Não deixe ele fugir JACKE ou eu vou fazer você andar na prancha!" Isaac contrariou. Jack apertou o gato e seus braços cresceram e estenderam-se como anaconda envolvendo-os ao redor do felino astuto, se esforçava para salvar sua vida.Os braços de Jack não paravam de apertar o animal pressionando o ar para fora de seus pulmões. Os olhos do gato começaram a ser empurrados para fora das órbitas. Alto! Jack rapidamente lançou a criatura de sua mão sem vida e sua carcaça peluda sem vida caiu no chão. Houve um silêncio enquanto os dois observaram o cadáver agora torcido e mutilado do gato. O silêncio foi finalmente quebrado por um riso barulhento ... vindo de Isaac ... - Ahahahaha Uau! Eu acho que os gatos realmente não tem sete vidas! AHAHAHA! - Isaac exclamou com os olhos quase com lágrimas de tanto rir. Jack risonho começou a rir também. - He he ehe. Pois é... Mas não tem problema sua mãe encontrar um gato morto em seu jardim? A risada de Isaac rapidamente foi diminuindo. - Oh.. Você tem razão! Hum... eu vou só... jogá-lo de volta para o quintal do vizinho. Isaac entrou em pânico quando ele pegou uma pá perto e pegou o cadáver do gato quebrado e arremessou sobre o muro para o quintal do vizinho. Ele rapidamente voltou para dentro e foi para seu quarto. Cerca de uma hora e meia depois os dois começaram a ouvir sua mãe gritando furiosa. Enquanto Jack permaneceu no quarto, Isaac desceu as escadas para enfrentar as consequências. Jack podia ouvir gritos e choro vindo lá de baixo, mas não conseguia entender o que estava sendo dito. Cerca de 30 minutos depois Isaac subiu as escadas de volta para o quarto chorando muito. - Bem - Perguntou Jack, nervoso. Isaac apenas estrelou no chão enquanto ele falava: - Eu ... Tentei dizer a ela que foi você quem machucou o gato... Ela não acreditou em mim... Disse que não era real... Jack franziu a testa sabendo que isso era tudo culpa dele. Isaac usado a manga da blusa para enxugar suas lágrimas disse: - Eu estou sendo enviado para um colégio interno... Eu estou partindo esta noite... e você não pode vir comigo... Jack risonho ficou surpreso: - O que? Eu-Eu não posso ir? Para onde irei? Isaac não disse nada, mas apontou para a bela caixa colorida de onde seu amigo tinha surgido. - Voltar pra la? Mas eu não vou ser capaz de voltar até que... - Jack fez uma pausa . Isaac olhou para cima quando seu único amigo, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto. - Jack... Eu prometo que vou voltar para você o mais rápido possível! - Jack olhou para a caixa e depois para Isaac.- E eu estarei bem aqui esperando por você pequeno - Jack sorriu com uma única lágrima escorrendo pelo seu rosto. Ele andou até a caixa e com uma nuvem de fumaça foi sugado de volta, incapaz de ser livre até que mais uma vez alguém abrisse. Isaac naquela noite foi mandado para um colégio interno. Pela primeira vez Jack Risonho sentiu-se sozinho. Mesmo quando preso em sua caixa ele era capaz de ver as coisas acontecendo ao seu redor, de modo que cada dia ele esperou que o amigo voltasse e cada dia o quarto ficava mais velho e empoeirado. Jack Risonho era para ser o melhor amigo de Isaac durante toda sua vida e agora ele o esperava dia após dia, mês após mês, para se reunir com seu amigo especial. Os pais de Isaac ainda morava na casa, mas nunca veio para o quarto no andar de cima. A única vez que eles fizeram a sua presença conhecida foi quando Jack ouvia eles brigando. Ainda assim a vida de Jack se tornou uma solidão, solidão e decepções. Com o passar dos anos, as cores vibrantes e brilhantes de Jack começou a desvanecer-se em um borrão monocromático de breu vazio e o vazio totalmente branca. Preso sozinho...eterno e sem esperança. 13 anos se passaram até que o pai de Isaac naquela noite chegou em casa bêbado e começou uma discussão com sua esposa como de costume. As coisas partiram para a violência física mais uma vez, no entanto, desta vez, ela não voltou para cima. O pai de Isaac tinha batido tão forte em sua esposa que ela sangrou tanto até morrer e foi condenado à forca na forca no dia seguinte. Com seus pais mortos, isso significava que com vinte 20 anos de idade, Isaac herdou a velha casa empoeirada, ele voltou a essa casa, Jack risonho ficou surpreso quando ouviu passos de seu velho amigo subindo as escadas para o sótão quarto pela primeira vez em 13 anos, no entanto, não foi o reencontro de Jack esperava. Isaac parecia... diferente. Não só era mais velho, mas ele também parecia possuir esse olhar triste estranha em seu rosto. Não era mais o jovem esperançoso e curioso que Jack conheceu a anos atrás. Jack aguardou Isaac para liberta-lo da prisão, ele havia esperado durante tantos anos, mas ainda caixa de Jack permaneceu la, intocado e despercebido em uma prateleira no canto da sala com todas as outras indesejadas bugigangas empoeiradas. Isaac tinha esquecido completamente o seu velho amigo. Surpreendentemente isso fez Jack Risonho sentir... nada. Ele estava vazio de esperança, isso deixou p palhaço monocromático cheio de tristeza e auto-piedade. Jack permaneceu em seu caixa, incolor e sem emoção. No dia seguinte, Isaac saiu para trabalhar, ele fazia reparos de móveis para o bom povo de Londres. Jack esperou em seu cativeiro. Horas depois, um Isaac bêbado voltou para casa e cambaleou até as escadas para o seu quarto, mas desta vez ele tinha uma amiga com ele. Era uma amiga que Isaac tinha pego no bar mais cedo naquela noite. Ela era bonita, com longos cabelos loiros, olhos de safira azul e um sorriso que poderia fazer corações derreter. Jack Risonho foi traído para hóspede de Isaque: - Quem é esta? Uma nova amiga? Por que Isaac precisa de novos amigos? Eu pensei que eu era o único amigo de Isaac. Jack pensou consigo mesmo de dentro de seu confinamento infernal. Isaac e sua amiga sentou-se na cama e conversaram sobre a vida em Londres. Isaac fez uma piada sobre o tempo e os dois riram. Jack Risonho assobiou com inveja sobre a nova amiga de Isaac. Isaac e a menina olharam profundamente nos olhos um do outro como eles se inclinaram para um beijo, lábios se tocaram com um turbilhão de línguas apaixonados um pelo outro. Jack ficou perplexo com essa demonstração de afeto estranho, pois nunca tinha visto alguém beijando antes. À medida que o beijo se tornou mais intenso Isaac passou a mão longa na coxa lisa da menina e seu vestido, no entanto o seu convidado apenas roçou a mão. Isaac era persistente, porém e mais uma vez passou a mão ao longo de sua coxa lisa e levanta sua saia, desta vez colocando a mão em cima de suas roupas de baixo de seda. A mulher teve grande descontentamento com os avanços sexuais de Isaac e empurrou Isaac fora antes de entregar um tapa forte no rosto. Os olhos de Isaac escuros, ele olhou para a mulher, a sua paixão, uma vez bêbado se transformou em raiva movidos a álcool. O coração da mulher acelerou quando ela viu o rosto de Isaac ferver de raiva. - PUTA ESTÚPIDA! - Isaac gritou quando ele quebrou o punho no rosto da menina. Os olhos de Jack Risonho se arregalaram quando ele testemunhou as longas faixas de um liquido vermelho escorrer do nariz da garota. -Que brincadeira é essa? Pensou ele, os olhos de uma virgem para tais visões violentas.Isaac agarrou firmemente o pulso da moça com uma mão enquanto ele rasgou sua calcinha com a outra. A menina apavorada tentou revidar, mas Isaac foi dominando ela. Ele aproximadamente acariciou seus seios antes selvagemente agarrando o cabelo dela e forçando sua língua na garganta da jovem em soluços, que respondeu com uma mordida para baixo tão duro quanto podia na língua de Isaac. Jack observava com os olhos arregalados e curiosos com o o seu velho amigo e sua nova companheira. Ele apertou sua boca enquanto ela cheia de sangue vermelho quente. A menina assustada caiu da cama e caiu no chão como ela correu para a saída. Isaac rapidamente saltou para a frente e foi capaz de recuperar o brinquedo em fuga até o final de seu vestido. Chegando de volta, ele exercia uma liderança castiçal fora da mesa de cabeceira ao lado dele, e com toda a sua força bateu na parte de trás da cabeça da jovem , que se abriu como uma melancia madura. Sangue grosso espalhado em toda a sala com o corpo da menina convulsionou no chão por alguns segundos antes de ficar completamente imóvel. O sangue estava por toda parte, algumas gotas até respingaram na caixa de Jack, que estava curtindo muito espetáculo Rindo. Pela primeira vez em 13 longos anos um sorriso começou a rastejar através do rosto de Jack Risonho, e, de uma risada súbita escapou de seus lábios frios, depois outra, e outra, até que Jack estava cacarejando e uivando com risos de dentro de sua caixa selada. - Que brincadeira maravilhosamente fascinante! " Jack pensou enquanto observava Golden Blonde vermelho fluxo de cabelo da menina imóvel com sangue. À medida que a adrenalina começou a diminuir Isaac percebeu que tinha de se desfazer do corpo. Pegou corpo sem vida da menina e pulou em cima da cama, ele então saiu do quarto fechando a porta atrás dele e trancando-os antes de sair de casa. Voltou só um dia depois e entrou na sala salga, com ele uma lata de lixo de metal e sua bolsa de ferramentas de estofos de trabalho.Em seguida, ele limpou tudo de cima da mesa de madeira na parede oposta à porta, e depois arrastou a cama com cadáver ensanguentado no meio da sala. Isto não só deu espaço para Isaac trabalhar, mas também deu a Jack Risonh um lugar na primeira fila para todo o espetáculo. Jack olhava com um grande sorriso perante a Isaac e seu novo “jogo” com o cadaver da mulher. Ele começou seu trabalho. Primeiro, ele despejou o conteúdo de sua bolsa grande de ferramentas de preto para a mesa de trabalho atrás de si. Uma variedade de facas, martelos, alicates e outras ferramentas já estavam previsto antes dele. Sua primeira escolha foi faca curvada, que ele usou para a pele cuidadosamente do corpo. Essa pele foi então colocada em prateleiras para ser esticado e transformadas em couro. Uma vez que foi posto em prática, Isaac em seguida, usou um serrote para serrar os braços, pernas e cabeça. Depois de encher a lata de lixo com água sanitária e outros produtos químicos, ele afundou os membros até que a carne foi retirada dos ossos. Isaac pescou os ossos do cadáver e colocou-os sobre a mesa de trabalho, em seguida, na calada da noite, ele trouxe a lata de lixo do lado de fora e jogou os restos podres para os esgotos de Londres para ser varrido para o porto. Durante os próximos 3 dias Jack Risonho assistiu com espanto com o Isaac inspirado em seu trabalho da anatomia humana. O fêmur foi feito para as pernas traseiras da cadeira, enquanto a tíbia com os pés ainda ligado, claro, foi feita para as pernas da cadeira da frente.Uma armação de madeira foi utilizado para a base de apoio e da cadeira , no entanto, o rebordo do suporte foi trabalhada usando a coluna vertebral . Os ossos do braço foram usados ​​como os braços da cadeira, e foram presos no local por algumas costelas . A carne agora couro foi costurada sobre o assento e respaldo da cadeira, e o cabelo louro dourado foi trançado em um forro para a base. No topo desta poltrona do inferno estava o crânio que pertencia à menina que tinha o cabelo loiro dourado, os olhos de safira, e o sorriso que poderia derreter corações. Isaac estava bastante satisfeito com o seu trabalho, e Jack Risonho também ficou impressionado com profunda criatividade de seu velho companheiro. Depois daquela noite, Isaac nunca tocou mais uma gota de álcool novamente, pois ele agora possuía uma sede muito mais macabra. Nas semanas seguintes, Isaac fez várias melhorias para sua pequena oficina de horrores. Ele tirou o colchão da cama e colocar uma linha de pranchas de madeira de espessura em seu lugar e então ele prendeu um braço e perna restritas para o fundo e os lados. Isto significa que ele seria capaz de entreter seus convidados para um período mais longo sem eles tentassem fugir. Isaac precisaca apenas uma última coisa antes de planejar um outro partido grotesco. Ele trabalhou por uma semana direto. Depois que uma camada de tinta branca foi aplicada, a criação de Isaac estava completa. Era uma máscara semelhante a de madeira algo que se vestir em um baile de máscaras veneziano. Tinha uma testa franzida e um nariz longo dos Trolls e lhe permitiria golpear o medo nos corações de seus queridos convidados. Com seu novo rosto completo eo quarto transformado em um ninho assassinato sangrento, era finalmente hora de Isaac trazer um novo “companheiro” . Essa noite seguinte Jack Risonho observou o mascarado Isaac Grossman, carregando consigo um grande saco de estopa com seu mais novo convidado se contorcendo dentro. Ele jogou a bolsa para fora em seu leito de tortura e dentro tinha menino amarrado, amordaçado e com muito medo, provavelmente apenas 5 ou 6 anos de idade. Isaac rapidamente desfez ligações do menino e segurou-o para baixo como conteve as mãos e os pés para o estrado de aço. Lágrimas escorriam sem parar para baixo do impotente rostinho do menino quando Isaac estabeleceu suas ferramentas na bancada. Isaac voltou empunhando um par de alicates enferrujados e sem perder tempo ele deslizou a mandíbula inferior do alicate sob unha do menino em seu dedo indicador direito e segurou com força. Os olhos da criança estremeceu quando ele começou a murmurar através de sua mordaça, implorando Isaac deixá-lo ir.Isaac sorriu quando ele se inclinou lentamente o alicate para trás, dolorosamente arrancando a primeira unha. O menino gritou através da mordaça como ele se contorcia em agonia nas tábuas de madeira, o dedo começou a jorrar de sangue. Isaac então mudou-se para o dedo médio do rapaz, segurando firmemente a unha com o alicate enferrujados. Mais uma vez, ele empurrou o alicate de volta , mas desta vez o prego só arrancou no meio do caminho . O menino gritou de dor enquanto seus dedos se contraíram e tiro com sangue. Fixação da unha metade erguida fora , Isaac deu outro puxão . A unha arrancou, mas não sem tomar uma boa dose de tecido da pele com ele. Mesmo Isaac foi um pouco rejeitado por esta visão dolorosa, ao contrário da espionagem de Jack Risonho que estava cacarejando de alegria com a ação perturbadora, enquanto observava de dentro de sua velha caixa empoeirada. Isaac voltou para a bancada e trocou os alicates para um grande martelo de ferro. Ele, então, fez o seu caminho até o pé da cama de tortura, onde com uma mão ele segurava para baixo a perna esquerda do garoto. Ele levantou o martelo acima da cabeça como o menino chorou e implorou por misericórdia através de sua mordaça suja, então, com toda a sua força Isaac bateu o martelo sobre a rótula nua do rapaz, quebrando o osso em cascalho com um estalo alto! A criança convulsionado de dor com gritos estridentes abafando através da mordaça pano amarrado com força em seu rosto. Como a criança lutou com dor intensa, Isaac colocou o martelo sobre a cama de madeira e voltou mais uma vez para a bancada onde ele próprio equipado com uma faca longa afiada. Sem demora, ele começou a entalhar as palavras - verme inútil - no peito palpitante da criança. Quando ele terminou o menino estava quase inconsciente. Isaac ajoelhou-se e sussurrou no ouvido do menino. - Isto é o que acontece com as crianças podres que fazem caras desagradáveis ​​para as pessoas... Os olhos do menino se encheram de lágrimas uma última vez como Isaac começou a esculpir a pele do rosto do menino, mas para surpresa de Isaac, o menino ainda se agarrava à vida.A criança mutilada apenas olhou para Isaac com seus grandes olhos redondos que encheu o coração negro de Isaac de raiva e ódio. - Seu rosto agora, ESTA MAIS FEIO DO QUE NUNCA - Isaac gritou quando ele pegou o martelo do pé da cama e começou a bater o crânio do pobre garoto. Ele esmagou mais e mais, até que ela não passava de uma sangrenta massa de carne, servindo com sangue vermelho espesso e escorrendo para fora pedaços de massa encefálica. Do outro lado da sala Jack Risonho alegremente observou o grand finale, que tinha vivido até suas expectativas bastante maravilhosas. A Próxima convidada de Isaac era uma velha cega a quem ele convidou para um chá. Levou quase 5 minutos para perceber a cadeira em que estava sentada foi trabalhada com restos humanos, e mais 6 minutos para encontrar as escadas, apenas para derrubar o baixo-los batendo e gritando como um louco. Isaac decidiu acabar com a piada cruel lá com um simples furador de gelo através de sua cavidade ocular . Depois disso, ele trouxe mais uma menina a quem ele alimentou forçando a comer vidro quebrado antes de usar seu estômago como um saco de pancadas. À medida que as semanas se passaram mais e mais almas infelizes encontraram seu fim no sótão de Isaac Grossman e como a personalidade louca de Grossman tornou-se mais escura e sádico, Jack Risonho continuou apodrecendo dentro da caixa empoeirada... até que em uma noite fria de desembroOs pregos enferrujados que estavam segurando a prateleira de bugigangas esquecidas finalmente quebrou e todas as coisas cairam no chão. Isaac ouviu o barulho alto do andar de baixo e decidiu subir até o sótão para investigar. Ele atravessou o piso de madeira manchado de sangue do sótão. Isaac deixou de lado algumas das bugigangas que quebrou no acidente, quando ele finalmente se deparou com a Caixa de jack Risonho de sua infância. Isaac mal reconheceu a caixa esfarrapada velha quanto ele o pegou e soprou um pouco da poeira. Em seguida, por qualquer motivo nostálgico ele decidiu agarrar a caixa enferrujada e começou a girar a manivela. A horrível música Pop Goes The Weasel começou a suar da caixa velha, Isaac cantou junto o verso final "Pop goes the weasel... " a parte de cima da caixa se abriu, mas nada conteceu, estava vazio. Isaac esperava mais que isso, então jogou a caixa junto com as outras coisas quebradas. Após arrumar a prateleira ele se preparava para colocar algumas coisas que ainda estavm em boas condições de volta ao local. Então ele ouviu uma voz rouca e horrivel chamar por seu nome atrás dele. - Issaaaaaaaaaaaaaaaaac. Um choque frio percorreu a espinha de Isaac e os cabelos na parte de trás do seu pescoço ficou em linha reta até que ele virou-se lentamente...Todo o caminho através da sala pela lata de lixo estava no pesadelo de Jack Risonho. Ele estava completamente monocromático, com o cabelo preto mutilado pendia em mechas torcidas, dentes irregulares afiados decorou seu sorriso torcido e seus braços pendiam como uma boneca de pano com seus longos dedos grotescamente quase raspando o chão. Então, com um arrepiante voz rouca palhaço diabólico falou: - Como é bom finalmente estar livre! Sentiu minha falta Isaac? Isaac estava paralisado de medo. M- mas eu pensei que você não fosse real... IMAGINÁRIO. - Isaac gaguejou. Jack respondeu com uma longa gargalhada horrível. - HAHAHAHA! Oh, eu sou bastante real garoto... Na verdade, eu estive esperando tanto tempo por este dia para, finalmente, sair... Para poder brincar com o meu melhor amigo para a vida... Por.... Muito... Tempo! Antes de Isaac pudesse responder, os longos braços de Jack se estendiam através do quarto envolvendo em torno das pernas de Isaac. O palhaço começou a puxá-lo para mais perto, arrastando-o para sua própria cama de tortura com as unhas de Isaque raspado ao longo do chão. Ignorando as restrições, Jack rapidamente pegou quatro de três polegadas pregos de ferro longo da bancada e pressionou-os em linha reta através das mãos e pés de Isaque, pregando-o na cama de madeira tortura. Isaac rosnou de dor quando ele gritou para seu captor – AAAH ! SEU PALAHAÇO FILHA DA PUTA! Jack Risonho apenas riu enquanto forçava e segurava a cabeça de Isaac no lugar dizendo: -Se você não pode dizer algo agradável, então não diga nada! Jack chegou aos seus longos dedos tortos na boca de Isaac, segurando firmemente a sua língua e esticando para fora na medida em que poderia. O palhaço então chegou de volta e pegou uma faca afiada longa da mesa e lentamente começou a cortar através da carne de língua de Isaac. Uma vez arremessou fora, a boca de Isaac começou a transbordar de sangue. Jack respondeu empurrando um pequeno tubo de metal cilíndrico através da garganta de Isaac para atuar como um orifício de alívio temporário. Neste ponto Isaac já estava com muita dor , e tinha os olhos cerrados fechados para evitar ver os horrores repugnantes que estavam sendo realizados em seu corpo. - Vamos lá, não é divertido se você não prestar atenção ! – Jack Risonho disse brincando, mas Isaac manteve os olhos bem fechados.Jack suspirou. - Como quiser. Jack em seguida forçou ele a manter seus olhos abertos. Ele pegou alguns anzoís que estavam no frasco na prateleira e lentamente Jack empurrou a ponta do gancho através da pálpebra superior em linha reta através da parte inferior da sobrancelha e para fora do topo, prendendo permanentemente aberto. Então ele tirou um segundo gancho empurrando-o através da pálpebra inferior e prendendo- a no rosto. Jack repetiu o processo com o outro olho e em pouco tempo uma série de ganchos de metal pontiagudos feitos certeza Isaac não perder nenhuma ação. Jack Risonho então pegou a mesma faca que tinha usado para arremessar fora a língua de Isaac e começou a se concentrar na remoção dos lábios de Isaac. Jack cortou cuidadosamente duas longas tiras de carne fora da boca superior e inferior de Isaac, fazendo com que seus dentes e gengivas fossem completamente expostos. -Hmm ... parece que alguém não usou o fio dental regularmente... Jack Risonho riu baixinho quando ele chegou de volta e pegou o martelo. Isaac tentou murmurar algo implorando por misericórdia, no entanto, apenas gemidos gorgolejou escapou de sua garganta. Jack levantou o martelo no ar e com um sorriso torcido, ele bateu com ele, dando um estalo como o martelo de ferro quebrou os dentes de Isaac como argila frágil. Jack deixou cair o martelo e começou a uivar de tanto rir quando ele rasgou a camisa aberta de Isaac. Tomando a faca mais afiada, Jack fez um corte reto para baixo no peito de Isaac todo o caminho para baixo após o estômago. Isaac gemeu de dor pungente afiada como o monstro monocromático vermifugados seus dedos miseráveis ​​debaixo da pele no peito de Isaac, descascando de volta como ele estava prestes a pré-forma sua autópsia ao vivo horrível. Primeiro Jack começou a retirar os intestinos de Isaac, do mesmo modo um mágico iria puxar uma série de panos coloridos do bolso. Então, depois cortando fora um pequeno comprimento de intestino, Jack pressionou uma extremidade contra seus lábios negros frios e começou a soprar ar para dentro do órgão. Uma vez inflada, torceu em forma de um poodle e com uma risada alto, exclamou: -Eu posso fazer as girafas também! - Isaac ainda permaneciam com dor e choque, como a criatura palhaço colocou suavemente o animal do balão macabro ao lado da cabeça de Isaac. Para o seu próximo truque Jack Risonho arrancou seus rins. Segurando na mão, Jack voltou para o seu amigo em cativeiro e deu de ombros dizendo que... - os rins não são realmente minha especialidade... - Jogando o órgão de lado Jack Risonho percebeu que Isaac estava começando a derivar para a morte. - Já esta se sentindo-se cansado? Por que estamos quase no grand finale! Jack Risonho exclamou quando ele chegou em sua manga e tirou uma agulha longa de adrenalina. - Isso deve animar você em cima! Jack gritou quando ele bateu a agulha na retina de Isaac e injetou o líquido em sua cavidade ocular direita. Jack mexeu e virou a agulha ainda mais em globo ocular de seu velho companheiro, Isaac cambaleou de volta à vida com a sensação de uma agulha fina raspar a parte de trás de sua cavidade ocular. Com uma risada sinistra Jack arrancou a agulha, puxando o olho para fora com ele. O olho direito de Isaac agora pendurado fora de seu soquete do pedúnculo ocular, uma vez que driblou para o lado de seu rosto. Jack sorriu. -Bem, agora que eu tenho toda a sua atenção... O palhaço insidioso em seguida, tomou o seu longo dedo indicador torto e feito um buraco no estômago de Isaac. Jack abaixou a cabeça para baixo em direção a cavidade torácica aberta e estendeu a boca aberta. Em poucos segundos uma torrente de baratas imundas começou a rastejar para fora da garganta do palhaço, derramando peito aberto de Isaac. Cada barata vil rastreados e empurrou o seu caminho para a pequena abertura no estômago de Isaac, enchendo ele de insetos repugnantes. Como seu estômago ficou inchado com insetos, as baratas começaram a apressar-se a garganta, apertando o seu caminho para fora da boca e cavidade nasal. Isaac estava a centímetros da morte quando seu captor se ajoelhou ao lado dele e falou em seu ouvido: - Tem sido uma magia de explosão, mas parece que o nosso tempo juntos esta acabando. Não há necessidade de lágrimas, porque eu pretendo espalhar minha amizade para todas as crianças solitárias do mundo! E com o que disse, Jack Risonho enfiou a mão no peito de Isaac e arrancou o coração ainda batendo. Como sua vida sangrou nessa cama de madeira fria, a vida de Isaac passou diante de seus olhos. Ele viu sua mãe, seu pai, o colégio interno, suas vítimas, e o último pensamento que vibrou em sua mente, era de um Natal muito especial, onde ele acordou para encontrar em sua cama uma caixinha que lhe deu seu primeiro amigo... Há rumores de que, quando a polícia finalmente encontrou larva podre de Isaac Grossman infestada cadáver semanas mais tarde na véspera de Natal, que apesar de seu rosto havia sido surrado e rasgado em pedaços... Ele quase parecia... feliz.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Jeff the killer história original

Jeff e sua família acabaram de se mudar para uma nova vizinhança. Seu pai ganhou uma promoção no trabalho, e eles achavam que seria melhor viver em uma dessas vizinhanças 'requintadas'. Jeff e seu irmão Liu não podiam reclamar, uma casa nova e melhor. O que não tinha pra amar? Em quanto eles desempacotavam as coisas, uma vizinha foi conhecê-los. "Oi" ela disse, "Eu sou Bárbara, moro do outro lado da rua. Bem, eu só queria me apresentar pra vocês, e meu filho também." Ela se virou e chamou seu filho. "Billy, esses são os nossos novos vizinhos." Billy disse oi, e correu de voltas para o pátio da casa onde voltou a brincar. "Bem," disse a mãe de Jeff, "Eu sou Margaret, esse é meu marido Peter, e meus dois filhos, Jeff e Liu." Se conhecendo, Bárbara logo os convidou para o aniversário de seu filho. Jeff e Liu estavam prontos para rejeitar, quando a mãe deles disse que adorariam comparecer.Então quando eles terminaram de desempacotar as coisas, Jeff foi até sua mãe. "Mãe, por que você aceitaria um convite de uma festinha? Não sei se você não notou, mas eu não sou mais uma criancinha." "Jeff, nós acabamos de nos mudar pra cá; nós devíamos mostrar que queremos passar um tempo com nossos vizinhos. Agora, nós vamos à festa, e ponto final." Jeff começou a falar, mas parou logo em seguida, sabendo que não poderia fazer nada a respeito. Quando sua mãe dizia alguma coisa, era aquilo e fim de papo. Ele andou até seu novo quarto, e desmoronou na cama. Ele sentou ali e ficou olhando para o seu teto quando, de repente , ele sentiu algo estranho. Não como uma dor, mas... Um sentimento estranho. Ele ignorou aquilo como apenas um sentimento qualquer. Ele ouviu a mãe chamá-lo de baixo para pegar suas coisas, e desceu. No outro dia, Jeff desceu as escadas para tomar café da manhã e ir para escola. Quando se sentou para comer , ele teve o mesmo sentimento estranho do dia anterior. Só que agora mais forte. Ele teve uma pequena dor, como um puxão, mas ele ignorou mais uma vez. Assim que ele e o irmão terminaram o café, eles andaram para o ponto de ônibus. Sentaram-se lá, esperando o ônibus. Então, do nada, um garoto de skate pulou por cima deles, por apenas uns centímetros de suas cabeças. Os dois deram um salto, surpresos. "Mas que porra é essa?" A criança deu a volta foi até eles. Ele deu um pisão na ponta do skate, e pegou com a mão. O garoto parecia ter uns 12 anos; um ano mais novo que Jeff. Ele vestia uma camiseta da Aeropostale e um jeans azul rasgado. "Ora, ora, ora. Parece que temos carne nova no pedaço." De repente, mais duas outras crianças apareceram. Um era super magro, e outro era enorme. "Bem, já que vocês são novos aqui, gostaríamos de nos apresentar; Aquele ali é o Keith" Jeff e Liu olharam para o magrinho. Ele tinha uma cara de paradão, que daria pra você um braço esquerdo se precisasse. "E o outro é o Troy" Eles olharam para o gordo. Era um rolha de poço. Aquela criança não devia ter se exercitado desde que começou a engatinhar. "E eu," disse o garoto do skate " sou Randy. Agora, deixe-me explicar; para todas as crianças nesse bairro há um preço pequeno para a passagem de ônibus , se é que você me entende." Liu se levantou, pronto pra socar o garoto até que ele virasse do avesso, quando um dos amigos de Randy puxou uma faca e apontou pra ele "Tsc, tsc, tsc, eu pensei que vocês seriam mais cooperativos, mas parece que vamos precisar fazer do jeito mais difícil." O garoto foi até Liu, e tirou a carteira do bolso dele. Jeff teve aquele sentimento de novo. Agora estava realmente forte, uma sensação de queimação. Jeff se levantou, mas Liu pediu para que ele se sentasse de novo. Ele ignorou e andou em direção do garoto. "Ouça aqui, seu punkzinho, você devolve a carteira do meu irmão ou..." Randy colocou a carteira no próprio bolso, e tirou sua faca. "Ah, e o que você vai fazer?" Assim que ele terminou a frase, Jeff socou o garoto no nariz. Quando Randy tentou tocar o rosto, Jeff segurou seu pulso e o quebrou. Randy gritou e Jeff pegou a faca de sua mão. Troy e Keith correram para pegar Jeff, mas ele era muito rápido. Ele jogou Randy no chão. Keith tentou atacá-lo, mas Jeff se abaixou e apunhalou a faca em seu braço. Keith deixou a faca cair, e caiu logo em seguida no chão gritando. Troy também tentou atacá-lo, mas Jeff nem precisou da faca. Ele socou Troy diretamente no estômago, e Troy caiu de joelhos, e quando caiu, ele vomitou o todo o chão. Liu não conseguiu fazer nada, além de olhar admiradamente para seu irmão. "Jeff, como você.. ?" Isso foi tudo que ele disse. Eles viram o ônibus vindo, e sabiam que seriam culpados por tudo aquilo. Então eles começaram a correr o mais rápido que puderam. Enquanto eles corriam, eles olharam pra trás, e viram o motorista do ônibus correndo para Randy e os outros. Eles correram até a escola, sem se atrever a contar qualquer coisa sobre aquilo. Apenas se sentaram e assistiram as aulas. Liu achava que tinha sido apenas seu irmão batendo em algumas crianças, mas Jeff sabia que era algo a mais. E era algo, algo assustador. Quando ele tinha aquele sentimento, e via o quão poderoso era, a única coisa que desejava era machucar alguém. Ele não gostava como isso soava, mas não conseguia deter-se de se sentir feliz. Ele sentiu o sentimento estranho sumindo, e não voltou pelo o resto do dia na escola. Mesmo quando ele caminhava para casa devido à coisa toda, perto do ponto de ônibus, e como agora ele provavelmente não pegaria mais o ônibus,ele sentiu-se feliz. Quando voltaram pra casa, seus pais perguntaram como tinha sido o dia deles, e ele disse com uma voz meio sinistra "Foi um ótimo dia". Na manhã seguinte, ele ouviu alguém batendo na porta da frente. Desceu as escadas e encontrou dois policiais na porta, com sua mãe olhando pra ele muito zangada. "Jeff, esses policiais estão me dizendo que você atacou três crianças. E que não foi uma briga normal, que eles foram esfaqueados. Esfaqueados, filho!" Jeff olhou para o chão, mostrando para sua mãe que era verdade. "Mãe, mas eles que tinha facas e apontaram para Liu e para mim." "Filho," disse um dos policiais, "Nós encontramos três crianças, duas esfaqueadas, um com uma contusão no estômago, e temos testemunhas de que você estava na cena. Agora, o que você tem para nos contar?" Jeff sabia que era inútil. Ele poderia dizer que ele e Liu tinham sido atacados, mas não havia provas de que não tinham sido eles que atacaram primeiro. Eles não poderiam dizer que eles não estavam fugindo, porque verdade seja dita que estavam. Então Jeff e Liu não poderiam defender-se. "Filho, chame seu irmão." Jeff não poderia fazer isso, sabendo que só ele tinha batido nos garotos. "Senhor, fui... fui eu. Eu fui quem bateu nos garotos. Liu tentou me segurar, mas ele não conseguiu me parar." O policial olhou para seu parceiro, e os dois acenaram com a cabeça. "Olha garoto, isso será um ano no Centro de Detenção juvenil..." "Espere!" falou Liu. Todos olharam para o topo da escada, para vê-lo segurando uma faca. Os policiais pegaram suas armas e apontaram para Liu. "Fui eu, eu bati naqueles punkzinhos. Tenho as marcas pra provar." Ele levantou as mangas para revelar cortes e contusões , como se ele estivesse em uma luta. "Filho, coloque a faca no chão," disse o policial. Liu afrouxou os dedos, e deixou-a cair no chão. Ele colocou as mãos para cima, e andou até os policiais. "Não Liu! Fui eu, eu que fiz isso!" Jeff falou, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto. "Ah, pobre irmãozinho, tentando pegar a culpa pelo que eu fiz. Bem, me levem embora." O policial levou Liu até a viatura. "Liu, fale pra eles que fui eu! Fale! Fui eu quem bateu naqueles garotos!" A mãe de Jeff colocou a mão no ombro dele. "Por favor, Jeff, você não tem que mentir. Nós sabemos que foi Liu, você não pode impedir. Não faça isso ser mais difícil que já está sendo." Jeff ficou olhando sem poder fazer nada, enquanto o carro saia velozmente com Liu dentro. Alguns minutos depois o pai deles estacionou na frente de casa, e vendo o rosto de Jeff, sabia que algo estava errado. "Filho, filho o que houve?" Jeff não podia responder. Suas cordas vocais estavam tensas de tanto chorar. Em vez disso, a mãe de Jeff andou até seu pai para dar a má notícia à ele, enquanto Jeff chorava na garagem. Depois de uma hora ou mais Jeff voltou para a casa, viu que seus pais estavam ambos chocados, tristes e decepcionados. Ele não podia olhar para eles. Ele não podia ver que eles achavam que a culpa era de Liu. Ele foi dormir, tentando fazer com que a coisa toda saísse de sua mente. Dois dias se passaram, sem notícias de Liu da prisão. Não havia amigos para sair. Nada além de tristeza e culpa. Isso até sábado, quando Jeff foi acordado por sua mãe, com um rosto feliz, ensolarada. "É hoje, Jeff." ela disse enquanto ela abriu as cortinas e deixando uma inundação de luz no quarto de Jeff. "O que é hoje?" Jeff perguntou ainda meio dormindo. "Ora, é a festa de Billy." Jeff estava agora totalmente desperto. "Mãe, você está brincando, né? Você não espera que eu vá para a festa de alguma criança depois..." Houve uma longa pausa. "Jeff, nós dois sabemos o que aconteceu. Eu acho que esta festa pode ser a coisa que vai iluminar os dias passados. Agora, vá se vestir." A mãe de Jeff saiu do quarto e foi se preparar. Jeff lutou para se levantar. Ele pegou uma camisa qualquer, uma calça jeans e desceu escadas. Ele viu o pai e a mãe todos bem vestidos; sua mãe em um vestido e seu pai em um terno. Ele pensou: por que eles sempre usam essas roupas extravagantes para uma festa de criança? "Filho, isso é tudo que você vai vestir?" disse a mãe de Jeff. "Melhor do que usar algo exagerado.", disse. Sua mãe escondeu a vontade de gritar com ele e escondeu-a com um sorriso. "Mas Jeff, você poderia se vestir melhor, se quiser causar uma boa impressão" disse o pai. Jeff grunhiu e voltou para seu quarto. "Eu não tenho roupas extravagantes!" ele gritou ao subir as escadas. "Basta pegar alguma coisa." disse sua mãe. Ele olhou ao redor em seu armário para o que ele chamava de fantasia. Ele encontrou um par de calças pretas, que ele tinha para ocasiões especiais, e uma camiseta. Ele não conseguia encontrar uma camisa para sair. Ele olha em volta, e só encontra camisas listradas e padronizadas. Nenhuma que combinasse com a calça. Finalmente, ele encontra um moletom branco, jogado em uma cadeira e colocou-o. "Você vai assim?" ambos disseram. Sua mãe olhou para o relógio. "Oooh, não há tempo para mudar. Vamos embora." Ela disse enquanto puxava Jeff e seu pai para fora.Atravessaram a rua até a casa de Bárbara e Billy. Bateram na porta e encontraram com Bárbara que, assim como seus pais, estava extravagantemente vestida. Enquanto eles caminhavam para dentro da casa, Jeff só via adultos, não crianças. "As crianças estão lá fora, no quintal. Jeff, que tal você ir conhecer algumas das crianças?" disse Bárbara. Jeff saiu para o jardim que estava cheio de crianças. Eles estavam correndo em trajes estranhas de vaqueiros e atirando um no outro com armas de plástico. De repente, um garoto veio até ele e lhe entregou uma arma de brinquedo e um chapéu. "Hey. Quer brincar?" , disse. "Aah, não mesmo, pirralho. Eu sou muito velho para essas coisas." O garoto olhou para ele com aquela cara estranha de cachorro pidão. "Po-favô?" disse o menino. "Tudo bem", disse Jeff. Ele colocou o chapéu e começou a fingir atirar nas crianças. A princípio ele pensou que era uma ideia totalmente ridícula, mas depois ele começou a realmente se divertir. Pode não ter sido super legal, mas foi a primeira vez que ele havia feito algo que tirou seus pensamentos de Liu. Assim, ele brincava com as crianças por um tempo, até que ouviu um barulho. Um barulho estranho de rolamento.Então algo bate nele. Randy, Troy, e Keith pulando a cerca assim como seus skates. Jeff deixou cair a arma falsa e arrancou o chapéu. Randy olhou para Jeff com um ódio ardente. "Olá? Jeff?", disse. "Nós temos alguns negócios inacabados". Jeff viu seu nariz machucado. "Eu acho que estamos quites. Eu te dei uma surra e você enviou o Liu para o centro de detenção." Jeff falou enraivecido. Randy tinha fúria nos olhos. "Oh não, eu não jogo para empatar, e sim para ganhar. Você pode ter acabado com a gente no outro dia, mas não hoje." Quando Randy falou, Jeff correu e Randy foi atrás dele. Ambos caíram no chão. Randy socou o nariz de Jeff, e Jeff agarrou-o pelas orelhas e deu uma cabeçada nele. Jeff empurrou Randy pra longe e ambos se levantaram. As crianças estavam gritando e os pais correndo para fora da casa. Troy e Keith puxaram armas de seus bolsos. "Ninguém se mexe ou tripas vão voar!" eles disseram. Randy puxou uma faca e apunhalou o ombro de Jeff.Jeff gritou e caiu de joelhos. Randy começa a chutá-lo no rosto. Depois de três chutes, Jeff pega o pé de Randy e torce-o, fazendo com que Randy caia no chão. Jeff se levantou e correu em direção a porta dos fundos. Porém, Troy agarrou-o. "Precisa de ajuda?" Ele pegou Jeff pelo colarinho e jogou-o de volta pro pátio através da porta. Enquanto Jeff tenta ficar de pé ele é chutado para o chão novamente. Randy começa a chutar repetidamente Jeff, até que ele começa a tossir sangue. "Vamos Jeff, lute comigo!" Ele pega Jeff e atira-o para a cozinha. Randy vê uma garrafa de vodka em cima do balcão e esmaga o vidro sobre a cabeça de Jeff. "Lute!" Ele joga Jeff de volta para a sala de estar. "Vamos Jeff, olhe para mim!" Jeff olha para cima, o rosto cheio de sangue. "Eu sou quem mandou seu irmão pro centro de detenção! E agora você só vai só sentar ai e deixá-lo apodrecer lá por um ano inteiro! Você deveria se envergonhar!" Jeff começa a se levantar. "Ah, finalmente! Levante e lute!" Jeff agora está de pé, sangue e vodka no rosto. Mais uma vez ele fica com aquela sensação estranha, aquela que ele já não sentia há algum tempo. "Finalmente. Ele está de pé!" Randy diz enquanto corre em direção a Jeff. É quando acontece. Algo dentro de Jeff se encaixa. Seu psicológico é destruído, todo o pensamento racional se foi, tudo o que ele pode fazer, é matar. Ele pega Randy derruba-o ao chão. Ele fica em cima dele e lhe dá um soco direto no peito onde fica o coração. O soco faz com que o coração de Randy pare. Enquanto Randy suspira. Jeff golpeia-o. Soco após soco, o sangue jorra do corpo de Randy, até que ele dá um último suspiro e morre. Todo mundo está olhando para Jeff agora. Os pais, as crianças chorando, até Troy e Keith. Apesar de estarem assombrados, Troy e Keith apontam suas armas para Jeff. Jeff vê as armas apontadas para ele e corre para as escadas. Enquanto ele corre, Troy e Keith disparam fogo contraele, todos os tiros perdido. Jeff sobe as escadas. Ele ouve Troy e Keith seguindo-o. Enquanto eles disparam suas últimas balas, Jeff entra dentro do banheiro. Ela pega o toalheiro, e arranca da parede. Troy e Keith correm para o banheiro, com as facas em punho preparadas. Troy move sua faca em direção a Jeff, que se afasta e bate com o toalheiro no rosto de Troy. Troy cai duro e agora tudo o que resta é Keith. Ele é mais ágil que Troy, e desvia quando Jeff tentava acerta-lo com o toalheiro. Ele larga a faca e pega Jeff pelo pescoço, empurrando-o contra a parede. Uma coisa como água sanitária que estava na prateleira caiu em cima dos dois. Ambos sentem a pele queimar e começaram a gritar. Jeff enxugou os olhos da melhor forma que pôde, e puxou o toalheiro, acertando direto na a cabeça de Keith. E antes que Keith sangrasse até a morte, ele deixou escapar um sorriso sinistro. "O que há de tão engraçado?" Jeff perguntou. Keith pegou um isqueiro e ligou-o. "O que é engraçado?", disse, "é que você está coberto de água sanitária e álcool." Jeff arregalou os olhos ao ver Keith jogando o isqueiro para ele. Assim que o isqueiro aceso fez contato com ele, as chamas iniciaram. Enquanto o álcool o queimava, a água sanitária branqueava sua pele. Jeff gritava terrivelmente enquanto ardia em fogo. Ele tentou rolar para fora do fogo, mas não adiantava, o álcool tinha feito dele um inferno ambulante. Ele correu pelo corredor, e caiu das escadas. Todos começaram a gritar quando viram Jeff, agora uma tocha-humana, cair no chão, quase morto. A última coisa que Jeff viu foi sua mãe e os outros pais que tentavam apagar as chamas. Foi quando ele desmaiou.Quando Jeff acordou tinha um molde de gesso envolvido em torno de seu rosto. Ele não conseguia ver nada, mas sentiu um molde em seu ombro, e pontos por todo seu corpo. Tentou se levantar, mas ele percebeu que havia alguns tubos em seu braço, e quando ele tentou levantar-se ele caiu, e uma enfermeira correu para ajudá-lo. "Eu não acho que você pode sair da cama ainda." ela disse, enquanto colocava-o de volta em sua cama e reinserido o cateter em seu braço. Jeff sentou-se ali, sem-nenhuma visão, nenhuma ideia do que estava ao seu redor. Finalmente, depois de horas, ele ouviu sua mãe. "Querido, você está bem?", perguntou ela. Jeff não poderia responder embora,pois seu rosto estava coberto por gesso. "Oh querido, eu tenho grande notícia. Depois que todas as testemunhas disseram à polícia que Randy tinha atacado você, eles decidiram soltar o Liu." Isso fez com que Jeff quase pulasse, parando, lembrando-se do tubo sair do seu braço. "Ele estará fora amanhã, e então você dois poderão estar juntos de novo". A mãe do Jeff abraça-o e se despede. As semanas seguintes foram formadas apenas onde Jeff era visitado pela sua família. Até o dia onde os seus curativos deveriam ser retiradas. Sua família estava lá para vê-lo, como estaria agora sua aparência. Quando os médicos desembrulharam as ataduras do rosto do Jeff todos estavam na ponta das cadeiras. Eles esperaram até o último curativo sobre o rosto de Jeff serem removidos. "Vamos esperar o melhor," disse o médico. Ele rapidamente puxa o último pano, deixando agora o rosto de Jeff amostra. A mãe de Jeff grita ao ver seu rosto, Liu e o pai de Jeff olham horrorizados para ele. "O quê? O que aconteceu com meu rosto?" Jeff disse. Ele se levanta rapidamente, ignorando a tontura, e corre para o banheiro. Ele olhou no espelho e viu a causa da aflição de todos. Sua cara. Era... Era simplesmente horrível. Seus lábios foram queimados a um profundo tom de vermelho. Seu rosto se transformou em uma cor branca pura, e seu cabelo chamuscaram de marrom a preto. Ele lentamente colocou a mão em seu rosto. Era como se encostasse em couro agora. Ele olhou de volta para sua família depois de volta para o espelho. "Jeff", disse Liu."Não é assim tão ruim...." "Não é tão ruim!?", disse Jeff, "é perfeito!" Sua família toda ficou surpreendida. Jeff começou a rir incontrolavelmente seus pais percebendo que seu olho esquerdo e a mão tremiam. "Umm... Jeff, você está bem?" "Bem? Eu nunca me senti mais feliz! Ha ha ha ha ha haaaaaa , olhe para mim. Esse cara caí perfeitamente comigo!" Ele não conseguia parar de rir. Ele acariciou seu rosto sentindo-o. Olhando no espelho. O que causou isso? Bem, você deve se lembrar que quando Jeff estava lutando Randy algo em sua mente, sua sanidade, estalou. E desta vez tinha sido permanente. Agora ele foi deixado como uma máquina descontrolada de matar, e seus pais não tinham noção disso. "Doutor", disse a mãe de Jeff, "Meu filho...é, você sabe.. Está bem? Na cabeça?" "Ah sim, este comportamento é típico para os pacientes que tomam muitas grandes quantidades de analgésicos. Se seu comportamento não mudar em poucas semanas, traga-o de volta aqui, e nós vamos dar-lhe um teste psicológico." "Ah,sim. Obrigada doutor." A mãe de Jeff até ele. "Jeff, querido. É hora de ir." Jeff olha de longe o espelho, seu rosto ainda formando um sorriso louco. "Tudo bem, mamãe. Ha ha haaaaaahahaaaaa!" sua mãe segurou-o pelos ombros e o levou para pegar suas roupas. "Isto é o que veio", disse a moça no balcão. A mãe de Jeff olhou para baixo para ver as calças pretas e o moletom branco seu filho usara no dia da festa. Agora eles estavam limpos do sangue e costuradas. A mãe de Jeff levou-o para seu quarto e fez com que ele colocasse sua roupa. Então eles deixaram, não sabendo que este era seu último dia de vida.Mais tarde naquela noite, a mãe de Jeff acordou com um som vindo do banheiro. Soou como se alguém estivesse chorando. Ela lentamente caminhou para ver o que era. Quando ela olhou para o banheiro ela viu uma visão horrenda. Jeff tinha pego uma faca e esculpido um sorriso em seu rosto. "Jeff, o que você está fazendo?", perguntou sua mãe. Jeff olhou para eles. "Eu não conseguia me manter sorrindo mamãe. Doeu depois de algum tempo. Agora, eu posso sorrir para sempre." A Mãe de Jeff percebeu seus olhos, anelados em preto. "Jeff, os seus olhos!” Os seus olhos aparentemente nunca fechavam. "Eu não podia ver meu rosto. Eu comecei a ficar cansado e meus olhos começaram a fechar. Eu queimei as pálpebras para então me ver pra sempre; este meu novo rosto". A mãe do Jeff lentamente começou a se afastar, vendo que seu filho estava totalmente louco. "O que há de errado mamãe? Eu não sou bonito?" "Sim filho," ela disse, "Sim, você é. Lindo... Deixe eu ir chamar o Papai, para que ele possa ver seu lindo rosto." Ela correu para o quarto e sacudiu o pai de Jeff do seu sono. "Querido, pegue a arma nós..." Ela parou quando viu Jeff na porta, segurando uma faca. "Mamãe, você mentiu." Foi a última coisa que os dois ouviram enquanto Jeff corria na direção deles com a faca, esfaqueando ambos. Seu irmão Liu acordou, assustado com algum ruído. Ele não ouviu mais nada, então ele apenas fechou os olhos e tentou voltar a dormir. Enquanto ele estava na fronteira do sono, ele teve a sensação estranha de que alguém o estava observando. Ele olhou para cima, antes que a mão de Jeff cobrisse sua a boca. Lentamente, ele ergueu a faca pronta para mergulhá-la em Liu. Liu debateu-se tentando escapar de Jeff. "Shhhhhhh", Jeff disse: "Vá dormir."